70 anos depois, mulher recebe cartas de amor enviadas por marinheiro durante a II Guerra Mundial

cartas-amor-segunda-guerra-3

publicado no Hypeness

Em tempos de Whatsapp e outros dispositivos de mensagens instantâneas, escutar histórias como essa é sensacional: Dorothy Bartos, aos 85 anos, acaba de receber cartas de seu amigo e admirador secreto quase 70 anos após o término da Segunda Guerra Mundial.

Já fazia duas semanas que algumas cartas dirigidas a Dorothy Bartos chegaram na casa de Martha Rodriguez, em Chicago. As cartas eram de um marinheiro da base da Marinha de San Diego, datadas de 1945, perto do fim da guerra.

O jornal Chicago Tribune informou sobre as cartas na esperança de conseguir rastrear seu destinatário, e não demorou muito para conseguir. O filho de Dorothy, Bartos Carlberg, confirmou toda a história e contou ao jornal que a mãe havia vivido no endereço que hoje é de Martha.

Martha fez questão de entregar as cartas para Dorothy, que hoje tem 85 anos de idade e vive agora em um asilo em Whitewater, no estado de Wisconsin. Ela era uma adolescente na época, que trocava cartas com Al Fragakis, que havia conhecido em Chicago, antes de ele ir para o exército a serviço.

Ao escutar o que a carta que dizia – “apesar de tudo, você foi a ultima garota com quem eu saí e eu estava de certa forma discutindo comigo mesmo por não ter nem se quer tentado te beijar” -Dorothy responde com uma piada e diz: “nós éramos amigos, não estávamos dando uns pegas ou qualquer outra coisa”.

Veja o vídeo dessa história que, afinal, era de amizade:

cartas3

cartas2

cartas

Comentários

Leia Mais

Empresa japonesa esclarece confusão e diz que Hello Kitty é, sim, uma gata

Hello

publicado no O Globo

Nesta quarta-feira, a internet ficou em polvorosa com a revelação de que Hello Kitty não é uma gata, e sim um ser humano. Mas, nesta quinta, o site “Kotaku” entrou em contato com a empresa japonesa Sanrio, criadora da personagem, para buscar mais esclarecimentos. Em resposta, a Sanrio disse que a história não é bem essa: Hello Kitty é, sim, uma gata, só que antropomorfizada – ou seja, com características humanas.

“A Hello Kitty foi feita com a ideia de ser uma gata. Dizer que ela não é uma gata é ir longe demais. Hello Kitty é a personificação de um gato”, disse um porta-voz da empresa.

A informação de que a personagem não era uma felina veio à tona depois que a antropóloga Christine R. Yano disse ao jornal “LA Times” ter sido corrigida pela Sanrio enquanto escrevia os textos para uma exposição que fará sobre Hello Kitty, que ao longo de décadas se tornou um ícone cultural em todo o mundo. Mas, segundo o “Kotaku”, a palavra usada na correção foi “gijinka”, que originalmente significa “antropomorfização” ou “personificação”.

Embora toda uma história de vida tenha sido criada para Hello Kitty, incluindo o detalhe de ela ter um gatinho como bicho de estimação, o site esclarece que as palavras “menino” ou “menina” nunca foram usadas para se referir à personagem. Inclusive, nas histórias da Disney, Minnie Mouse também possui um gato de estimação – o que não a transforma automaticamente numa pessoa.

Comentários

Leia Mais

Menino pula de alegria por vencer leucemia (vídeo)

 

Publicado no Extra

Avery Harriman é um garoto de sete anos que está vencendo a leucemia pela terceira vez. O vídeo com o anúncio dos médicos que o menino poderia finalmente sair do hospital, após 23 dias de quimioterapia intensa, foi compartilhado na última quarta-feira e já bateu mais de 40 mil acessos no Youtube.

O pai do menino disse que, no entanto, o pequeno Avery não vai ficar muito tempo longe do hospital. Em entrevista para a CBS Sports.com, Chris Harriman, assistente do treinador da equipe de basquete Nebraska Huskers, explicou que na próxima semana Avery fará exames para ver como a doença está de comportando. Se o câncer não estiver mais dando sinais de atividade, o menino poderá passar por um transplante de medula. Se não, ele volta para a quimioterapia.

BuTjkFHCMAATQig

A medula que pode ser recebida pelo menino deve ser doada por Andrew Cussen, um estranho da Califórnia que, tocado pela campanha iniciada pela família, fez em 2013 a primeira doação. Segundo Chris, Andrew está disposto a ajudar Avery mais uma vez, se for necessário.

BvG-lzZCUAIYpbx

Avery está lutando contra a leucemia desde 2008, quando tinha apenas dois anos de idade. O câncer teve uma remissão, mas voltou em outubro de 2012 e, depois, em julho de 2014. A família lançou uma campanha #AveryStrong para sensibilizar as pessoas para a doação de medula óssea e atualizar sobre os progressos do menino.

Comentários

Leia Mais

3 estudos científicos para fazer você gostar de ser pobre

foto: tmazzo – flickr.com/photos/12449730@N04/4330350377
foto: tmazzo – flickr.com/photos/12449730@N04/4330350377

Carol Castro, no Ciência Maluca

Fim de mês. É provável que todo seu dinheiro já tenha se esgotado e você esteja contando os dias para receber o próximo pagamento. Dureza. Ah, se a vida fosse diferente, com dinheiro para torrar onde você bem entendesse – em viagens, restaurantes, festas… Parece bom? Nem tanto. Deixe essa ganância de lado e confira três estudos científicos que comprovam: ter dinheiro é coisa de gente chata e malvada.

POBRES SÃO MAIS BONZINHOS
Eles são mais capazes de sentir empatia e “ler” as emoções alheias do que os ricos. Foi o que demonstrou um estudo das universidades da Califórnia e de Toronto. Os voluntários mais pobres tendiam a ser mais legais com o próximo. Essa generosidade toda tem a ver com as dificuldades financeiras que eles enfrentam – e a forma como se ajudam para sair dessa. Como passam longos períodos sem dinheiro ou emprego, precisam sempre recorrer à força das relações interpessoais para sobreviver. Não é à toa que…

PESSOAS LEGAIS GANHAM MENOS DINHEIRO
Em outro estudo, pesquisadores analisaram dados sobre profissão, salário e personalidade de 10 mil trabalhadores ao longo de 20 anos. Eles vasculharam a vida alheia para descobrir se havia uma relação entre vida financeira e caráter. E existe: os homens legais (gentis, cordiais e prestativos) ganham 20% menos por ano que os chatos (em média, 10 mil dólares a menos). As mulheres chatas também levam a melhor: ganham 2 mil dólares a mais por ano. A suspeita dos pesquisadores é que as pessoas mais bacanas não costumam insistir tanto na hora de negociar salários mais altos – já os chatos ficam lá argumentando e argumentando… Mas tudo bem, gente do bem, existe ainda outro lado bom em ter pouco dinheiro:

DÍVIDAS AUMENTAM A AUTOESTIMA
Pelo menos até os 30 anos isso dá certo. Pesquisadores americanos cruzaram dados financeiros e psicológicos de mais de 3 mil jovens e identificaram um padrão: quanto mais dívidas, maior a autoestima. É que comprar o que deseja na hora que bem entende faz você se sentir bem. E aos 20 e poucos anos você pensa que ainda tem a vida inteeeeira para pagar essas dívidas e que, em poucos anos terá mais dinheiro para quitar isso tudo. Só que, lá pelos 30, você percebe que não tem tanta grana quanto imaginava que teria… aí chega a fase deprê das dívidas.

Tá vendo, ser duro de grana é bom também.

Comentários

Leia Mais

Casais que postam muitas fotos no Facebook são os mais inseguros

Quem usa a rede social para divulgar seus momentos com o amado tem o objetivo de mostrar para os outros que vive um momento feliz

foto: Nicholas KAMM / AFP
foto: Nicholas KAMM / AFP

Publicado no Zero Hora

Aquele casal que posta foto o tempo inteiro no Facebook realmente pode estar apaixonado, mas tem uma grande probabilidade de ser inseguro, aponta uma pesquisa realizada pela Albright College. De acordo com o estudo, quem usa a rede social para divulgar seus momentos com o amado tem o objetivo de mostrar para os outros que vive um momento feliz.

O psicólogo Gwendolyn Seidman pesquisou usuários do Facebook “em relacionamentos sérios” e descobriu que os satisfeitos com seu relacionamento são os mais propensos a utilizar a rede social para postar fotos e alguns detalhes de seu relacionamento, bem como comentários carinhosos na página do seu parceiro.

Segundo o professor, essas pessoas também sentiram a necessidade de se gabar de sua relação e também utilizam o Facebook para monitorar as atividades de seu namorado ou namorada.

— Estes resultados sugerem que os menos confiantes sentem a necessidade de mostrar seus relacionamentos aos outros e dizer que estão tão bem quanto seu relacionamento — disse Seidman.

No estudo, os participantes foram convidados a preencher um questionário sobre os seus comportamentos e hábitos no Facebook. Os pesquisadores também mediram os traços de personalidade — que incluem o quanto uma pessoa se expõe, se é extrovertida e carinhosa, e também aspectos neurológicos. De acordo com os pesquisadores, indivíduos mais neuróticos também são mais propensos a usar a rede social para monitorar seu parceiro e mostrar o seu relacionamento.

— Isso é o que esperávamos, porque os neuróticos são geralmente mais ciumentos em seus relacionamentos amorosos — explicou Seidman.

O cientista sugere que estas pessoas usam o Facebook como uma maneira de diminuir os seus medos de rejeição e ansiedade dentro do relacionamento.

O que os pesquisadores não esperavam é que os extrovertidos — os que têm mais amigos no Facebook e são usuários mais ativos — são menos propensos a monitorar seus parceiros ou fazer posts afetuosos. Os introvertidos são os que mais publicam conteúdo afetivo e espionam os parceiros.

Comentários

Leia Mais