Mentiras da crença popular que você achou que fosse verdade!

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Publicado no Guri Curioso

1 – Os chicletes não levam cerca de sete anos para serem digeridos. A verdade é que eles não chegam a ser digeridos completamente, passando assim diretamente por nosso corpo.

2 – Quem disse que o raio não pode cair duas vezes no mesmo lugar? Isso é um mito, o raio pode sim cair duas vezes no mesmo lugar, o prédio Empire State é uma prova disso, que recebe no ano 100 raios.

3 – Morcegos não são cegos, eles apenas usam outros mecanismos para o vôo e para a caça.

4 – A cor da famosa “meleca” que sai do seu nariz pode indicar as doenças que você tem.

5 – A Àgua pura não conduz eletricidade, a causa disso são os minérios e os detritos presentes na mesma, isso que passa a conduzir a eletricidade.

6 – Após a morte, nossa pele encolhe, porisso da a sensação de que os cabelos e unhas cresce após a morte.

7 – Artrite é causada pela obesidade e genética, e não por estralar os dedos.

8 – Gatos e Cachorros enxergam nos tons de azul e verde, e não em preto e branco.

9 – Os hamburgueres do Mc Donald’s apodrecem se expostos a condições necessárias.

10 – Uma moeda de cinco centavos jogada de cima de um prédio não pode te matar, apenas causar graves ferimentos.

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Médicos fazem primeiro transplante com ‘coração morto’

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“Heart-in-a-box”, máquina utilizada para reestabelecer o “coração morto”, habilitando-o para transplante

Publicado na Folha de S. Paulo

Cirurgiões na Austrália realizaram o primeiro transplante cardíaco usando um coração tecnicamente morto.

Os corações usados normalmente em transplantes são retirados de pacientes com morte cerebral, mas ainda com batimentos cardíacos.

Desta vez, porém, os médicos do St Vincent’s Hospital, em Sydney, ressuscitaram e transplantaram órgãos que haviam parado de bater até 20 minutos antes.

A técnica envolveu uma máquina que os médicos batizaram de “heart-in-a-box” (coração em caixa), que mantém o órgão aquecido. Os batimentos são então restaurados, e fluidos e nutrientes são injetados para reduzir o dano muscular.

A primeira paciente a receber um transplante usando a técnica foi Michelle Gribilas, de 57 anos.

“Agora sou uma pessoa totalmente diferente”, disse a mulher, que recebeu o coração dois meses atrás. “Me sinto como se tivesse 40 anos. Tenho muita sorte.”

Desde então, duas outras cirurgias semelhantes foram realizadas.

A equipe responsável pelos experimentos estima que a técnica do “coração em caixa”, que está em testes em todo o mundo, pode elevar em até 30% o número de vidas salvas por transplantes, devido à maior disponibilidade de órgãos.

“Esse avanço representa um passo na redução da falta de órgãos”, disse o chefe da unidade de transplantes do hospital St Vincent’s, Peter MacDonald.

MAIS ÓRGÃOS

Diferentemente de outros órgãos, o coração não é aproveitado após a chamada morte circulatória –quando cessam os batimentos cardíacos. O órgão é retirado e mantido no gelo por até quatro horas antes da operação.

Diversos métodos de aquecimento e fornecimento de nutrientes são usados para manter outros órgãos, como o fígado e os pulmões, próprios para transplante.

O diretor médico de transplantes do sistema de saúde pública do Reino Unido, James Neuberger, disse que o uso de máquinas neste campo “é uma oportunidade de melhorar o número e a qualidade de órgãos disponíveis para o transplante”.

Mas ele disse que “ainda é muito cedo para estimar quantas vidas podem ser salvas por transplantes a cada ano se essa tecnologia for adotada como prática padrão no futuro”.

A Fundação Britânica para o Coração classificou o desenvolvimento da técnica como “significativo”.

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Jornal divulga nova foto de ‘caranguejo monstro’ da Inglaterra

publicado no Yahoo!

Lembra do suposto caranguejo gigante que teria aparecido em uma praia na Inglaterra? Pois bem, especialistas falaram que ele era uma farsa e, alguns dias depois, o Mirror, da Inglaterra, divulgou a foto acima, que mostra duas crianças se divertindo com o suposto bicho gigante.

Claro, mesmo com a imagem mostrando as patas do que seria um caranguejo – ou siri? – enorme, as suspeitas continuam. Afinal, mesmo com a nova foto, ainda há a possibilidade de ser uma montagem muito bem feita.

De acordo com o Mirror, a imagem foi feita em julho deste ano. O portal do jornal inglês, no entanto, não garante a veracidade da foto. E você, acha que o animal realmente existe?
CARA

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Sede da Editora Abril é pichada em SP em retaliação à revista ‘Veja’

Cerca de dez manifestantes também derrubaram lixeiras e escreveram palavras como ‘Veja mente’

Sede da editora abril é pichada e tem lixeiras derrubadas nesta sexta-feira (foto:  Folhapress / Ernesto Rodrigues)
Sede da editora abril é pichada e tem lixeiras derrubadas nesta sexta-feira (foto: Folhapress / Ernesto Rodrigues)

Publicado em O Globo

Cerca de dez pessoas fizeram um rápido protesto na porta da editora Abril, na Marginal Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista, no início da noite desta sexta-feira. Os manifestantes picharam os muros e derrubaram lixeiras. Cartazes e pichações traziam os dizeres “Veja mente”. A polícia chegou e dispersou o grupo.

Nesta quinta-feira, a revista divulgou pelo Facebook e na sua página na internet algumas informações da matéria de capa desta edição, que foi adiantada para esta sexta-feira. A matéria afirmava que, em depoimento à Polícia Federal e ao Ministério Público em Curitiba, o doleiro Alberto Youssef teria dito que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “sabiam de tudo” sobre o esquema de corrupção na Petrobras. Ainda conforme a revista, a revelação teria sido feita por Youssef na última terça-feira.

Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro teria afirmado:

— O Planalto sabia de tudo!

Perguntado pelo delegado que colhia o depoimento a quem ele se referia, Youssef teria respondido:

— Lula e Dilma.

O advogado de Youssef, Antonio Figueiredo Basto, confirmou que o doleiro prestou depoimento à Polícia Federal de Curitiba na última terça-feira, mas disse não ter conhecimento da informação citada pela revista.

No último programa de TV, Dilma dedicou boa parte de sua última propaganda no horário eleitoral para criticar a revista. A candidata à reeleição afirmou que a revista “e seus cúmplices” terão de responder na Justiça pelo “ato de terrorismo”, por não apresentar qualquer prova, visando apenas impactar no resultado das eleições.

Imagens da depredação na seda da Abril, postada no Instagram - Reprodução/Instagram
Imagens da depredação na seda da Abril, postada no Instagram – Reprodução/Instagram

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TSE proíbe Veja de fazer propaganda de capa

Reprodução mostra capa da revista, que saiu em edição extra
Reprodução mostra capa da revista, que saiu em edição extra

Publicado por Estadão [via A Tarde]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu liminar na noite desta sexta-feira (24) que proíbe a editora Abril, responsável por publicar a revista Veja, de fazer propaganda em qualquer meio de comunicação da reportagem de capa segundo a qual a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teriam conhecimento do esquema de corrupção da Petrobras. A reportagem diz se basear em depoimento prestado na última terça-feira (21) pelo doleiro Alberto Youssef no processo de delação premiada a que ele se submete para ter direito à redução de pena.

O pedido para impedir a publicidade da matéria foi apresentado pela campanha de Dilma na tarde desta sexta-feira. A defesa da petista requereu ao tribunal que a revista se abstivesse fazer propaganda de sua capa, que tem, na opinião dos advogados de Dilma, conteúdo ofensivo à candidata à reeleição. Para a campanha petista, uma eventual publicidade do caso tem por objetivo único beneficiar a candidatura do tucano Aécio Neves.

A ação da defesa de Dilma se ampara no artigo da Lei das Eleições que prevê que a propaganda eleitoral no rádio e na televisão restringe-se ao horário gratuito, sendo proibida a veiculação de propaganda paga. Essa mesma vedação, segundo campanha da petista, é estendida à divulgação de propaganda na internet e por meio de outdoors. Em caso de descumprimento da liminar, os advogados de Dilma cobram a aplicação de multa de R$ 1 milhão por veiculação proibida.

A campanha da presidente argumentou ainda que a revista Veja antecipou sua edição em dois dias com a “nítida intenção de tumultuar a lisura do pleito eleitoral do próximo domingo (26)”. Citam ainda que a revista teria postado no Facebook dela, com 5,4 milhões de seguidores, notícia com o título “Tudo o que você queria saber sobre o escândalo da Petrobras: Dilma e Lula sabiam”. Essa propaganda teria sido reproduzida na página oficial do PSDB, partido do adversário na disputa ao Palácio do Planalto, também na mesma rede social.

Em sua defesa, a Editora Abril sustentou que as liberdades de comunicação e de atividade econômica são direitos previstos na Constituição. Esses direitos, disse a editora, “não podem ser sufocados por medidas de cunho censor sob a alegação de imaginária propaganda eleitoral”. Para Abril, o que se pretende é “impedir a imprensa de divulgar assunto que a sociedade tem o direito de tomar conhecimento”. “Não houve ilícito algum na matéria publicada na edição e tampouco nas propagandas de divulgação da revista, de modo que a representada (Editora Abril) agiu no seu estrito direito constitucional”, afirmou.

Em parecer, o procurador-geral Eleitoral, Rodrigo Janot, manifestou-se a favor da campanha da Dilma. Para Janot, diante da iminência da realização de uma propaganda eleitoral irregular, é necessário proibir a divulgação das publicidades sob pena de acarretar “prejuízo irreparável ao equilíbrio e (à) lisura do pleito”.

Em sua decisão, o ministro Admar Gonzaga, relator do processo, afirmou que há elementos para acatar o pedido liminar, suspendendo, até o julgamento do mérito, qualquer publicidade da editora sobre o assunto. Segundo ele, cabe ao TSE “velar pela preservação da isonomia entre os candidatos que disputam o pleito”. “Desse modo, ainda que a divulgação da revista Veja apresente nítidos propósitos comerciais, os contornos de propaganda eleitoral, a meu ver, atraem a incidência da legislação eleitoral, por consubstanciar interferência indevida e grave em detrimento de uma das candidaturas”, afirmou o ministro.

Admar Gonzaga – um dos advogados da campanha de Dilma em 2010 – disse ainda que a antecipação em dois dias da divulgação da revista “poderá transformar a veiculação em verdadeiro panfletário de campanha, o que, a toda evidência, desborda do direito/dever de informação e da liberdade de expressão”.

“No caso, muito embora o periódico possa cuidar – em suas páginas – desse tema sensível, confirmando sua linha editorial de maior simpatia a uma das candidaturas postas, entendo que a transmissão dessa publicidade por meio de rádio, ou seja, de um serviço que é objeto de concessão pelo Poder Público e de grande penetração, desborda do seu elevado mister de informar, com liberdade, para convolar-se em publicidade eleitoral em favor de uma candidatura em detrimento de outra”, afirmou o ministro, em decisão divulgada às 23h36 desta sexta-feira (24).

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