Os 15 Edifícios mais lindos e coloridos espalhados pelo mundo

publicado no Criatives

Boa parte de nós vivemos e trabalhamos nas grandes cidades, onde imperam seus suntuosos edifícios, sejam eles residenciais, empresas, hotéis entre outros empreendimentos. Grande maioria destas construções não se preocupa muito com a cor, já outros em alguns lugares do mundo tem como prioridade exagerar no formato e no número variados de cores!
Veja e compare como estes locais ganham muita vida ao serem feitos desta forma!

ALBANIA-630x700

ALEMANHA-630x439

BRUXELAS-630x478

FRANÇA-630x842

HOLLYWOOD-630x573

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MONTREAL-630x397

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PAJE-630x842

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SEATTLE-630x432

SINGAPURA-630x439

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Uma torre de 330 m na Amazônia vai monitorar a respiração da floresta

torre-amazoniapublicado no Giz Modo

Em um trecho remoto da floresta amazônica, uma torre de aço subirá 330 m em direção ao céu – mais alto do que a Torre Eiffel, e muito maior do que as árvores.

A Torre Alta de Observação da Amazônia (Atto, na sigla em inglês) é um esforço conjunto entre Brasil e Alemanha para descobrir exatamente como o dióxido de carbono se comporta dentro da floresta, um dos “pulmões verdes” do planeta.

Nas últimas décadas, a proporção de dióxido de carbono na atmosfera aumentou drasticamente. As plantas, no entanto, precisam dele para crescer, e a vegetação densa da floresta amazônica armazena grandes quantidades de CO2.

Nos próximos 20 anos, a torre vai ajudar os cientistas a medir a quantidade de dióxido de carbono que a floresta absorve ano a ano – ou quanto ela libera. Os cientistas não têm certeza absoluta do que acontece, daí a necessidade desta torre.

A estrutura estará repleta de instrumentos high-tech para monitorar a química do ar. Mas por que ela precisa ser tão alta? Bem, torres mais curtas podem medir como respira um trecho local da floresta, mas esta torre de 330 m vai chegar muito além das árvores, dando uma visão geral de todo o leste da Amazônia.

A torre está sendo erguida em um local bem isolado, acessível por um trajeto de quase 300 km desde Manaus, envolvendo viagens em lancha e trilhas de terra. No total, o projeto custou cerca de R$ 20 milhões, incluindo os R$ 7,5 milhões da construção da torre.

Funcionários já começaram as obras, após vários anos de atrasos e burocracia. Mas a construção da torre não será algo completamente inédito. O Instituto Max Plank, parceiro alemão do projeto, ergueu uma torre de observação de 330 metros na floresta siberiana de taiga (foto acima), outro local onde se analisa o comportamento do CO2.

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Câmera instalada em cabine de piloto revela como é pousar em Congonhas

Publicado no Techtudo

Se você já decolou ou pousou no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, provavelmente já se perguntou como é possível que um aeroporto ativo daquele tamanho fique em uma região tão urbana.

O fato é que as pistas de pouso e decolagem ficam em meio a prédios, casas, ruas e avenidas, como se o aeroporto fosse um simples terminal de ônibus ou qualquer coisa parecida.

As imagens que você vai ver a seguir foram gravadas com uma câmera acoplada à cabine de um piloto que pousava no famoso aeroporto. Elas mostram o momento do pouso, quando a aeronave sobrevoa todos os prédios ao redor da pista e, entre muitas nuvens, consegue aterrissar. Assista e depois nos conte o que achou:

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20 coisas totalmente inexplicáveis que aconteceram nos supermercados do Brasil

Clarissa Passos, no BuzzFeed

1. Quando ofereceram facas em uma promoção de volta às aulas.

olhadecondeuba.com.br
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2. Quando os postes entraram em promoção.

Reprodução / Via Facebook: 225886850816489
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3. Quando houve o milagre da transformação do arroz em óleo.

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4. Quando foi o frango.

naoelogico.blog.br
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5. Quando o absorvente foi absolvido.

folhadecondeuba.com.br
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6. Quando um psicopata assumiu o comando do açougue.

s3-ec.buzzfed.com
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7. Quando venderam um bichinho chamado Inflavio.

Reprodução
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8. Quando teve a promoção da cerveja de volta às aulas.

Reprodução / Via Facebook: 225886850816489
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9. Quando o pessoal do Chile entrou em promoção.

Reprodução / Via blogdosimao.blogosfera.uol.com.br
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10. Quando o ilustrador da cartilha fez uma arte levemente macabra pro açougue.

Reprodução / Via Twitter: @arrobacamis
Reprodução / Via Twitter: @arrobacamis

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Para o Estado somos todos bandidos

Ele existe não para nos defender sem necessidade de matar, mas para “executar”, e se for com tortura, melhor

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Juan Arias, no El País

Estou há muitos anos neste país que amo, sobretudo suas pessoas. Muitas coisas mudaram desde que aterrissei pela primeira vez no Rio, onde ainda se podia caminhar pela rua e viajar de ônibus sem ter que ficar alerta por medo de ser vítima da violência urbana. O mesmo ocorria em São Paulo.

O Brasil avançou na consciência dos cidadãos e até em riqueza econômica, apesar de uns poucos continuarem crescendo cada vez mais do que a maioria. Há algo, porém, que no Brasil não só não avançou, como também retrocedeu. Por exemplo, no que se refere ao respeito à vida das pessoas.

Eu me pergunto tantas vezes, com dor e até com raiva, por que a vida de uma pessoa vale tão pouco e é esmagada a cada dia como se esmaga uma barata. Esse pouco apreço por ela faz com que nossa polícia, eternamente mal paga e mal preparada, sempre com licença para matar, seja a cada dia mais truculenta e corrupta.

Eu voltei a me perguntar lendo a sangrenta reportagem de minha colega María Martín neste jornal sobre o tiro disparado por um policial na cabeça de um jovem vendedor ambulante, que acabou morto no asfalto de uma rua da rica São Paulo.

Esse policial que atirou sem compaixão no ambulante, como se atira em um coelho no campo, não pensou que aquele jovem vendia suas coisas na rua porque talvez não tenha tido a possibilidade de fazer algo melhor na vida? Que poderia ter sido seu filho ou irmão? Que ele também tinha sonhos e desejo de continuar aproveitando a vida?

Vendo aquelas imagens feitas no lugar do crime pela nossa repórter María meu estômago se revirou de desgosto e a mente, de indignação, enquanto pensava que esses policiais que em vez de nos dar um sentido de segurança e proteção nos incutem a cada dia mais medo.

Pensei também que a nossa classe média ajuda os guardiães da ordem a disparar o gatilho da pistola sem tantos remorsos. Fomos nós que cunhamos a terrível frase de que “bandido bom é bandido morto”. E o respeito à vida? “É que eles também não respeitam a nossa”, se contrapõe. Mas isso leva à concepção de que o Estado existe não para nos defender sem necessidade de matar, mas para “executar”, e se for com tortura, melhor. E que todos acabamos sendo vítimas potenciais dessa loucura.

Há países, como os Estados Unidos, onde se um policial poderia ter prendido um criminoso sem lhe tirar a vida e fica comprovado que não o fez porque era mais fácil matá-lo, acaba sendo duramente punido.

É um problema de escala de valores. Quando a vida de um ser humano, criminoso ou santo, deixa de ter valor supremo, todos logo acabamos nos tornando carne de canhão. Nossa vida entra em liquidação, perde seu valor e dignidade.

Tudo isso, no Brasil parece mais evidente pelo fato de que o Estado trata os cidadãos não como pessoas em princípio honradas, mas como potenciais “bandidos”. Em outros países, o Estado parte do pressuposto de que o cidadão é do bem, que não mente, que não engana, que não procura, a princípio, violar a lei.

E é o Estado, se for o caso, que tem de demonstrar que não é assim, que esse cidadão é um delinquente e fraudador, e só então terá de ser punido.

Viram como nós, cidadãos, somos tratados no Brasil quando precisamos comprar algo, quando entramos em um cartório? Todo o papel é pouco para demonstrar que não somos bandidos, sem-vergonha, mentirosos, vigaristas. Nos pedem certificados e mais certificados, assinaturas e mais assinaturas, reconhecimento de firma, e ainda mais, comprovação com presença física de que essa assinatura é autêntica.

Em uma ocasião, quando comprei um pequeno imóvel em Madri, tudo durou 20 minutos num cartório. Assinamos o contrato de compra e venda. O proprietário me entregou a escritura e as chaves e eu entreguei o cheque da compra. No Brasil nos teríamos perguntado, e se o imóvel foi vendido duas vezes? E se nós dois não estivéssemos nos enganando? E, e, e, e…..! quantos “es” e quantos medos de que no fundo sejamos de verdade uns bandidos que só queremos enganar!

Essa possibilidade de que possamos estar enganando sempre se deve ao fato de que perante as autoridades, ante a polícia, ante o Estado, todos somos sempre vistos como bandidos em potencial. Como me disse um amigo meu, para meu espanto: “É que todos nós, brasileiros, somos todos um pouco bandidos. Se nós podemos enganar, fazemos isso”.

Não acredito. Sempre pensei que até nas sociedades mais violentas e atrasadas as pessoas de bem, honradas, que não desejam enganar são infinitamente mais numerosas do que os bandidos. Do contrário, o mundo inteiro seria há muito tempo um inferno.

É assim no Brasil? Enquanto se continuar pensando e agindo como se a vida humana tivesse menos valor do que um verme e ninguém se espantar quando é sacrificada com violência e sem remorsos, às vezes até por uma insignificância, talvez tenhamos que reconhecer que esse inferno existe também aqui.

Isso é o que recordam as mais de 50.000 vidas, todas elas de jovens negros ou mulatos, pobres quase em sua totalidade, que acabam assassinados a cada ano, mais que em todas as guerras em curso no Planeta. Cada vez que um policial acaba com a vida de uma pessoa na rua, às vezes por uma mesquinharia, continuará sendo alimentada, pela outra parte, a dos cidadãos e dos mesmos bandidos, uma cadeia infernal de desejo de vingança que continuará nos esmagando e humilhando.

Até quando? Irá despertar alguma vez este país de tantas maravilhas, de tantas pessoas fantásticas, com desejo de viver em paz, sem serem tratadas como se fossem todas bandidos, ou continuará deixando atrás de si a cada dia tristes trilhas de sangue e medo ante a impassividade e a impotência do Estado?

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