Quase tudo é temporal

Com apenas dois anos de estrada, o Crombie possui maturidade autoral e musical invejável. O grupo carioca foi finalista do festival de bandas promovido pelo Jornal do Brasil – e vencedor no júri popular. Formado por Felipe Vellozo (baixo e vocais), Filipe Costa (violão e guitarra), Gabriel Luz (violão e vocais), Lucas Magno (percussões) e Paulo Nazareth (vocal e violão), o Crombie dá nova vida ao previsível cenário cristão brasileiro.

Nos primeiros segundos de audição, porenquanto pode parecer um disco de reggae, feito com violões e percussão, mas aos poucos a banda mostra seu diferencial. Cada canção é feita para surpreender, misturando acordes de Bossa Nova e MPB às guitarras levemente distorcidas, muito semelhantes às do Los Hermanos.

Cristãos da Igreja Betânia em Niterói, os meninos se utilizam da poesia singularmente para expressar o amor de Deus. Quase tudo é temporal, temporal porque está sujeito a um sujeito chamado Tempo, que é mais que momento, que não se confessa, pois não sente culpa de nada, são os primeiros versos de Sobre o Tempo, quarta faixa do disco, que já soa bem rock.

Em entrevista exclusiva ao alforria, o grupo contou um pouco mais de suas influências, sua história e disponibilizou em primeira mão – legalmente – seis músicas do álbum. Para comprá-lo, entre em contato por meio do oscrombie@gmail.com ou clique aqui para fazer o download, devidamente autorizado pela banda.

Rafael Porto, no Alforria.

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