Visitando a Cabana


Ontem foi dia de debate do livro A Cabana, na Ibab.

Participaram da mesa-painel Ricardo Gouvêa e Ariovaldo Ramos, e como facilitador Ed René Kivitz. A cobertura com fotos, voce tem aqui no blogueiro e amigo Santo Alex. E abaixo as anotações de Santa Li (Eliene) a respeito da fala do Ariovaldo:

A Cabana é um livro de ficção. É um livro corajoso pois reflete a ideia: Onde Deus estava quando eu estava sofrendo.

O Autor foi feliz, pois tratou de um tema com o qual a humanidade se identifica. É através da questão sobre o sofrimento que nos afastamos ou nos aproximamos mais de Deus. A dor pode nos aproximar ou nos afastar de Deus. Viver é sofrer, todo o juízo a respeito de Deus passa por este crivo de que sofremos. O Autor tentou solucionar uma angústia pessoal, e com isso atirou no que viu e acertou o que não viu.

Porque as pessoas anseiam por este Deus que ele descreveu, e ele conseguiu de alguma maneira dizer para as pessoas que Deus é diferente. Fez uma denúncia sobre aqueles que ensinam sobre Deus. Talvez não estejamos ensinando sobre Deus como deveríamos. E por isso, as pessoas só O adoram quando sentem pavor.

Mas, ele quer levantar a tese de que as pessoas adoram quem elas amam, porque todos querem ser amados. O sofrimento é a causa da maldade humana, que é descrita pela decisão humana de tornar-se independente de Deus.

Deus sofre em Cristo, e todas as evidências do sofrimento tem a marca do Cordeiro (aquilo que já ouvimos tantas vezes).

Essa independência da raça humana é fruto de sua decisão pelo mal, a rebeldia. E a resposta para isso é a cruz. Quero concluir com uma frase que é demais. O protagonista recebe um bilhete e aparentemente, é de Deus. Então veja a frase e guarde-a no coração: “Se é verdade que Deus não se impõe, é verdade que Deus sabe atrair.”


Volney Faustini em seu blog

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