Mas sem cortar a orelha, tá?

Uma das coisas que me salvou durante esta semana foi a seguinte imagem:

Entre tantas pressões externas e internas, é difícil descobrir, conhecer e respeitar o próprio tempo. E, neste tempo específico, difícil também é encontrar-se quem se é.

Como impressionista que sou, fiquei feliz ao ver que Van Gogh, o “cara” do movimento, começou aos 27. Sinal que ainda estou dentro do “prazo de validade”.

Outra hora eu explico melhor tudo isso. Espero simplesmente que, assim como foi para mim, a imagem sirva de alento a outros que por ventura ou desventura ainda estejam por começar.

Mas sem cortar a orelha, tá?

Camila Hochmüller, no blog Metamorfoseantemente.

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