Sexo, mentiras e vídeo-tape

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Frente a esse documento, público à época, o que podemos constatar?

Que hoje a igreja é mais tolerante com aqueles que desviam recursos de seu caixa, abusam de sua autoridade eclesial, mentem publicamente prometendo coisas não afiançadas pela Palavra, vendem o rebanho como curral de votos de cabresto, misturam práticas ocultistas com o evangelho, mas quando o assunto é sexo a igreja é intolerante? Ou que isso é fruto de uma neurose eclesiástica oriunda da moral da tradição judaico-cristã em olhar o sexo como um “defeito de fabricação” de Deus no ser humano e que precisa a todo custo ser dominado impondo regras para sua prática, inclusive para os casados, que se vistas pela ótica de Cantares de Salomão, são de uma nulidade absoluta?

Que tal, a semelhança da descrição da sindicância desse comunicado acima reproduzido, começarmos a ver no Brasil Presbiteriano, no Jornal Batista, no Mensageiro da Paz, na Folha Universal, no Gospel News, na Revista G12 e tantos outros veículos de comunicação denominacionais, também sindicâncias rigorosas para os outros pecados que elenquei anteriormente como o fazem quando o assunto é SEXO?

Ou melhor: quando os pecados na área sexual e os outros serão iguais no tratamento perante à igreja ?

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