Aqui Agora Gospel (40)

Médico pró-aborto é morto durante o culto. (A esposa cantava no coro)

O médico George Tiller, 67, um dos poucos que nos Estados Unidos realizavam aborto em mulheres em período avançado de gestação, foi morto durante o culto dominical do dia 31 de maio de 2009, na Igreja Luterana de Wichita, no estado de Kansas. Ele servia na recepção, como porteiro, quando foi atingido por um homem branco aparentando 60 anos, que fugiu, mas foi preso.

O Dr. Tiller, diretor de uma clínica, realizava abortos desde os anos 70, em meio a grande controvérsia. Em Kansas os opositores ao aborto fazem protestos regulares do lado de fora das clínicas e também diante das casas e igrejas do médico que participam destes atos. O médico chegou foi absolvido recentemente da acusação de fazer abortos contra lei. Tiller era um dos alvos principais dos protestos. Sua clínica foi bombardeada. Antes, já sofrera um atentado.

Os participantes do culto ficaram no interior da igreja, com capacidade para 500 pessoas, por orientação da polícia, que chegou pouco depois. Os que estavam chegando permaneceram no estacionamento. A esposa do médico, Jeanne, estava no coro na hora dos tiros.

Um grupo antiaborto (Operation Rescue), que ataca Tiller, lamentou o assassinato, num comunicado do seu presidente, Troy Newman: “Estamos chocados com a notícia, nesta manhã, de que o Sr. Diller foi morto. A Operation Rescue vem trabalhando por anos através de meios pacíficos e legais, usando canais adequados, para que se faça justiça. Denunciamos o ato irresponsável e covarde ocorrido nesta manhã. Oramos pela família do Sr. Tiller para que possam encontrar conforto e cura que somente encontramos em Jesus Cristo”.

Um dos membros da organização, Randall Terry, disse: “George Tiller era um assassino em massa. Lamentamos por por ele que não teve tempo para se preparar adequadamente sua alma para se encontrar com Deus. Estou muito preocupado que o governo Obama use a morte de Tiller para para intimidador os defensores da vida em nossas palavras e ações. Aborto ainda é crime. E nos ainda chamamos o aborto pelo seu verdadeiro nome: assassinato”.

A família fez a seguinte declaração: “Hoje choramos a perda de nosso marido, pai e avô. O acontecimento de hoje é uma tragédia indescritível para todos nós e para os amigos e pacientes de George. Tudo isto é particularmente doloroso porque George foi morto em sua casa de culto, um lugar de paz”.

dica do Francisco Salerno Neto

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