Não é sério

Ainda me recuperando de uma gripona braba (a cara de gasparzinho já denuncia), fui ontem à noite encher o saco da galera da Ibab. Espertão, o Fabrício deu um supercano e largou a bagaça pra mim, p/ o Osmar Guerra e p/ o Gustavo da Hora. Ainda bem que vários amigos (Ana & Whaner, Kedma, Alex) colaram lá p/ dar uma força e, claro, twittar minhas presepadas. hehe

O tema proposto era “O que falam sobre os jovens na TV não é sério”. Como sempre acontece, a gente viajou longe e apareceram as figurinhas de sempre no meio do papo: Sonia Hernandes, Ana Paula Valadão, Régis Danese, bancada (cambada) evangélica, entre outras menos cotadas.

O + legal é o “day after”. Hj added uma pá de gente no twitter, orkut e facebook. Sinal que a troca de ideias ainda vai continuar. =)

Alguns momentos do papo e os cliques do Alex Fajardo. Sem photoshop. 😛

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Vamos combinar uma coisa? Esqueçam esse papo de “boas novas”. Se as tais notícias fossem realmente boas, a gente teria bem + que 100 jovens juntos numa igreja que tem + de 70 anos de existência. A zona de conforto é ótima e ser morno é uma delícia. Pena que no final seremos vomitados.

“A juventude está sem bandeira e não sabe mais festejar a vida” (Marcelo Rubens Paiva). No Irã os blogueiros driblam a censura e ainda vão p/ a rua protestar e tomar porrada. Será que a galera brasileira ouviu o conselho do Nelson Rodrigues (“jovens, envelheçam”) e desistiu da luta?

“Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética”, dizia o Che Guevara. Descubra sua bandeira e rebele-se. Por exemplo, contra esse modelo de “entretenimento” dentro da igreja, como este que tá acontecendo hoje aqui. Afinal, vcs não vieram p/ nos ouvir mas, sim, para a pizza ou o boteco que vai rolar depois. Independentemente da faixa etária, a única cola que prende as pessoas numa igreja são os relacionamentos.

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