Consumido pela culpa

Meu melhor amigo, Chiquinho, tem uma irmã com síndrome de down que é quatro anos mais nova que eu. Comigo ela sempre foi muito simpática e educada, ao atender o telefone ou quando eu os visitava. Até me disse uma vez que me achava muito legal, algo que ela não dizia aos outros rapazes que frequentavam sua casa.

Bem, no feriado da sexta-feira da paixão fui à casa do Chiquinho pra jogar video game e jogar conversa fora. Ficamos jogando à tarde, e sua irmã, Fernanda, junto conosco brincando com suas bonecas e ocasionalmente nos assistindo. A mãe dos dois estava fora fazendo compras. O telefone tocou lá pelas dezoito horas, era a mãe de Chiquinho. O seu carro havia estragado e pediu que ele fosse até lá ajudá-la.

Chiquinho me pediu para tomar conta de sua irmã enquanto ele ia ver o carro. Concordei e ele saiu. Fiquei sozinho com a Fernanda. Logo cansei do vídeo game e fui para o computador. Ela se levantou e ficou atrás me observando, foi quando ela perguntou:

– O que você está fazendo, Baltazar?

– Estou digitando um trabalho.

– É importante?

– Sim, muito importante.

Ela ficou quieta um instante e continuei digitando, cinco minutos depois ela me surpreendeu:

– Baltazar, eu conheço sexo.

– O quê!?

– Sexo…

– Melhor a gente mudar de assunto, né?

– Não quer fazer comigo?

Aquilo me deixou sem reação. O que fazer? Aquilo era certo? O que Chiquinho iria pensar de descobrisse? Várias dúvidas se passaram pela minha cabeça.

Mas sim, acabei fazendo sexo com ela. Foi sua primeira vez, ela sangrou e gemeu muito. Após terminar me limpei no chuveiro, voltei ao seu quarto e certifiquei se ela estava bem. Voltei ao computador e uma onda de apatia caiu sobre mim. Apenas 20 minutos depois Chiquinho chegou com sua mãe. Falei que já era tarde e que tinha que ir pra casa.

Ao chegar em meu lar deitei na cama e fiquei me remoendo, pensando no que havia feito. Tomei um calmante, Valium 10mg, e adormeci.

Cedo, às sete da manhã fui acordado pelo toque do telefone. Atendi e pro meu desgosto era Chiquinho:

– Oi, Baltazar… humm, bem, preciso falar contigo.

– Oi, Chiquinho, algum problema?

– Bem, ontem depois que você saiu de casa a Fernanda estava agindo de forma estranha.

– De forma estranha?

– Sim, havia sangue escorrendo em sua perna.

– O quê!?

– Sim, estamos tentando entender o que aconteceu. Sabe de alguma coisa?

– Não, Chiquinho, mas isso é muito estranho mesmo. Bem eu preciso ir, tenho que tomar o café da manhã.

– Tudo bem, Baltazar, depois nos falamos.

O que eu faço agora? Confesso tudo ou tento convencê-la a ficar de bico fechado? O meu maior temor é que sabendo que ela é deficiente também é impresível, e pode contar para sua mãe ou irmão a qualquer momento. Acho que eles não irão entender…

Por favor, Pastor Silas, me ajude!

Olá, Baltazar, primeiramente gostaria de parabenizar sua coragem de relatar tais fatos. Bem, haja visto que foi a garota que propôs a relação a culpa foi inteiramente dela, você estava estudando em frente ao computador e ela lhe despertou o desejo com insinuações.

Por isto digo que seu sentimento de culpa é totalmente ridículo, Baltazar. A Bíblia diz em1 João 3:19-20 “Nisto conheceremos que somos da verdade, e diante dele tranqüilizaremos o nosso coração; porque se o coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas.”

Esqueça o ocorrido e passe à se dedicar à Deus e elevar seu pensamento e pare de frequentar a casa de seu amigo Chiquinho, que pelo visto não é evangélico, já que possui um video game em seu lar.
A paz

Pastor Silas

fonte: Blog Igreja Internacional

cara, bizarro d+! se tiverem estômago leiam os comentários no post. olha um exemplo:

“Irmãos, notem como tudo foi premeditado pelo diabo..

Sindrome de “Down”, Down é baixo em inglês, Quem vive abaixo de nós é o Diabo, o maldito manipulador de todos os não-cristãos.

A mãe sai e deixa duas crianças com uma menina que não pode se proteger das artimanhas do ilícito, e ainda por cima o carro dela quebra, e o irmão tem que deixár as crianças para socorrer a mãe. Após horas de videogueime e computador, a presença do articulador se fez notar no corpo da menina, que seduziu o incauto.

Ambos são culpados por não resistirem à voz do infame, mas principalmente, a culpada é a MÃE do tal chiquinho, que deixou a filha e a própria casa ser dominada pelo maligno, permitindo abominações anticristãs como um videogueime em seu lar.

“A mulher sábia edifica sua casa sobre a rocha, que é a palavra de Deus”

Paz irmãos

Irmão Cabeção de Ouro”

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