Vamos matar o CPM

Shelby Bonnie, co fundador e ex CEO da CNet, chairman do IAB entre 2001 e 2003, e atualmente CEO da Whiskey Media, plataforma de conteúdo, escreveu um texto polêmico para o TechCrunch. Provoca desde o título – Let’s kill the CPM (Vamos matar o CPM). Defende que o CPM (custo por mil impressões) atrasa a inovação na internet. Diz que “todas as campanhas começam com as melhores das intenções – ‘Vamos fazer alguma coisa criativa, envolvente e única’. Mas a menos que alguém realmente sênior da agência ou do cliente intervenha, o caminho de uma campanha sempre leva ao comprador de mídia e às temidas planilhas onde as duas colunas mais importantes sao impressões e custo”.

Embora proponha “matar” (o CPM) para ter a oportunidade de inventar um “novo futuro” para o modelo comercial que envolve sites de conteúdo-agências-anunciantes, Bonnie nao chega a apresentar um caminho substituto. Acredita, no entanto, que uma nova solução terá que ser simples e pode até mesmo não ser baseada em apenas uma única métrica. Sugere como ponto de partida, em lugar de trabalhar com impressões, utilizar usuários unicos, atividades (tais como compartilhar, contribuir) ou ainda a métrica ‘tempo’ (de permanência de usuário no site).

As questões levantadas por Bonnie provocaram debate no Facebook a partir do link para a matéria publicado pelo Mauricio Tortosa com o comentário ‘Polêmica, polêmica, polêmica’. A discussão, da qual participei, envolveu Marcelo Sant’Iago (MídiaClick), Flavio Ferrari (Ibope) e Fernando Oliveira.

fonte: Blue Bus

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