Clonagem defeituosa

Em SP, ‘padre’ cobra por oração no Cemitério do Araçá
“Padre” cobra por serviços religiosos após sepultamentos

No Cemitério do Araçá, um dos mais antigos da capital paulista, na região oeste, o rito das exéquias – oração de despedida, celebrada em velórios – tem preços que variam entre R$ 50 e R$ 200, cobrados logo após a cerimônia diretamente de parentes do morto. É dinheiro cobrado por um “padre” que veste paramentos da Igreja Católica Apostólica Romana – a túnica branca até os pés, a estola roxa que cobre os ombros – e fica no cemitério pela manhã e à tarde,

“É um falso padre, charlatão que se aproveita de horas difíceis para tirar dinheiro dos fiéis”, afirma o bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, d. Tarcísio Scaramussa, vigário responsável pela região Sé, que encaminhou ofício notificando a Prefeitura sobre a atuação do “padre”, em 8 de setembro. “Não haveria problema se ele deixasse claro que é padre de outra religião, de alguma dissidência, mas ele se veste como padre da Igreja (Católica Apostólica Romana) e induz os fiéis a acreditarem nisso.” (grifo meu)

Abordado pela reportagem na manhã de ontem após um velório no Cemitério do Araçá, o “monsenhor” Marcos Rodrigues Fontana afirmou cobrar “taxa” porque “um padre precisa se locomover, precisa viver”. “Sou da Igreja Católica Apostólica Reunida do Brasil, não existe só a Apostólica Romana. Tenho todo o direito de fazer as cerimônias, não preciso sair avisando todo mundo de qual congregação dos católicos sou.” A reportagem informou não ter conseguido contato com a Igreja Reunida e pediu para falar com representantes da congregação. O padre, porém, disse que não poderia informar o telefone, porque “precisava checar a agenda do bispo”.

(trechos extraídos do artigo do Yahoo! Notícias)

Leia a reportagem completa direto da fonte: O Estado de São Paulo ou Yahoo! Notícias

Caso de clonagem do pragmatismo evangélico, sem o mesmo glamour e clima de sedução…

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