Natal difícil para os cristãos do Iraque

Ceias familiares sem decoração e em silêncio, igrejas com escassos fiéis, e cercadas de soldados, medo de bombas jogadas por extremistas islâmicos, esse é o triste cenário natalino para os cristãos do Iraque. Ironicamente, eles tinham mais liberdade e segurança durante a ditadura secular de Sadam Hussein do que com o atual regime, no meio do conflito entre sunitas e xiitas. Grande parte da população de cerca de um milhão de cristãos ou está no exílio ou está desalojada. A principal denominação, de linha uniata (oriental autônoma que reconhece o Papa) é a Igreja Católica Caldeia, de dois mil anos, formada pelos descendentes de babilônios.

Em todo o Oriente tem diminuído a população, por emigração, cristã, desde a queda do Império Otomano (turco), em 1918, seja pela perseguição comunista, seja pela perseguição islâmica ou discriminação pelo Estado Judeu.

As Igrejas do Oriente (bizantinas, pré-calcedônicas, nestorianas e uniatas) são historicamente as mais antigas, considerando a Igreja de Roma como cismática.

Os anglicanos árabes se constituem na maior e mais antiga presença protestante na região, especialmente na Palestina.

fonte: The New York Times [via Secretaria Diocesana Anglicana de Comunicação Social]

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