Ateísmo: uma constatação

Um dia numa conversa durante uma longa viagem eu tive essa constatação: não há Deus. Nenhum, nenhuma forma divina, nenhum ser supremo, nenhum Criador do Universo ou Pai Celestial que olhe por nós. E, assustada com minha própria descoberta, como a criança que percebe que Papai Noel não existe, eu repetia: não pode ser, não pode ser, não pode não existir nada! O fato de descobrir minha solitude no Universo me apavorou, mas eu já não podia voltar atrás.

Lembrei disso ao ler o seguinte texto de Gravataí, que explica muito bem como o ateísmo não é uma questão de escolha ou de revolta contra as religiões:

“Não há um único ateu que tenha optado pelo ateísmo e, caso haja caso positivo, trata-se de alarme falso. Porque se trata de constatação, não escolha ou decisão. Diversos religiosos, por exemplo, alegam que ouviram um chamado, viram uma luz ou algo do tipo. O ateu, de tantos silêncios e escuridões, seguidos de gritarias e luminosidades em sentido contrário (ok, parei com metáforas), percebe que as coisas não são como nos livros sagrados das mais variadas crenças.”

Leia o texto na íntegra AQUI.

Juliana Dacoregio, no Heresia loira.

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