Pelas barbas do profeta

Adereços ridículos, eunucos conformados – assim é a série bíblica da Record


FALTOU GILETE
O pobre Gorgulho, com o barbão postiço: humor involuntário

Na minissérie A História de Ester, no ar há três semanas, os bispos da Record extraem um elemento insuspeito das Escrituras: o humor involuntário. Ba-sea-da no livro bíblico que narra a paixão da judia Ester por um rei persa em 400 a.C., a produção de 5 milhões de reais tem batalhas que emulam as do filme americano 300. O embate que ressalta na tela, contudo, é outro: saber qual ator ostenta a barba postiça mais ridícula.

Na opinião desta revista, os veteranos Paulo Figueiredo e Paulo Gorgulho levam de barbada. O primeiro (o nobre Memucã) tem o rosto e a cabeça cobertos por copiosos pelos brancos, além de um adereço carnavalesco na testa. Já Gorgulho (o vilão Hamã) surge com cabelo e barba em tons e texturas distintos entre si. Para completar, a série tem um núcleo de eunucos carecões. Talvez por fidelidade ao nome bíblico – Hegai –, o principal deles (André di Mauro) usa lápis nos olhos e se esmera nos “uis”. Ao minimizar o drama de um recém-castrado, pontificou: “No começo, é difícil. Mas, com o tempo, ele supera”. É uma frase insuperável.

fonte: Veja

em contraponto à Vênus platinada, temos os bispos c/ platinado queimado.

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