Guerra religiosa, não

Vídeo da visita dos jogadores do Santos ao Lar Mensageiros da Luz.

Diálogo, sempre

Os seres humanos precisam viver de maneira harmônica. A melhor forma de resolvermos as coisas é dialogando.

Como este post é consequência do Robinho faz péssimo uso da religião, relembro que Cristo usava a palavra para melhorar as coisas, não vinganças, preconceitos quaisquer ou violência.

Reação dos leitores me espantou

Não imaginava que o post geraria reação tão fervorosa das pessoas.

Algumas me incomodaram.

Tranformaram a discussão em guerra religiosa.

Pelo amor de Deus.

Não citei a religião de Robinho, nem o julguei como pessoa.

Falei especificamente daquela atitude.

O post tinha vários objetivos. Mexer de maneira boa com o leitor (se apenas um dos milhares fizer algo diferente, minha profissão se tranforma em algo mais útil), confrontar a essência religiosa com qualquer tipo de dogma, desabafar e divulgar o trabalho da casa.

Deus escreve certo por linhas tortas, não?

O Lar Mensageiros da Luz, faço questão de colocar o nome, ganhou notoriedade. Talvez isso ajude.

Guerra religiosa, não

Perdi um grade amigo, o Fábio, para a religião. Gostava muito dele e a presença faz falta.

Virou evangélico do tipo radical.

Eu bebo, tenho amigas bonitas e sou solteiro.

Ele nem tomava. Mas era mulherengo, viciado em pornografia, e sentia culpa.

Quando se aproximou da Igreja, conversamos a respeito.

Eu o apoiei, pois ele se sentia mais sereno e feliz.

E ele sumiu das noitadas. Tirante a ausência do amigo, não me incomodou.

Quando gosto de alguém, gosto do jeito que a pessoa é. E amigo de verdade, de anos de conviência, como irmão, pensa no que faz bem ao amigo.

Aos poucos, também desapareceu também das tardes e dias. Nem o telefone atendia.

Devem tê-lo convencido que sou pecador, pois minhas convicções religiosas também são diferentes.

Claro que fiquei bravo e triste.

Outro amigo dos tempos de adolescente, o Richard, também é evangélico convicto.

As crenças deles são idênticas às do Fábio. Todavia, a interpretação delas não.

Até provoca de forma bem humorada na hora de falar de meus “pecados” (nem apronto tanto, ao contrário), todavia é parceiro, e recomenda apenas que evite excessos. Ele acredita nas boas ações, não julga os indivíduos, é confiável…

As formas como Fábio e o Richard lidam com a religião são responsabilidade de quem? Deles ou da própria?

Não recrimino o Fábio. As pessoas têm seus momentos. E eles, elas, mudam.

Notei grande preconceito de alguns leitores contra os evangélicos.

Está errado. Ainda mais no post que serviu de espancamento do preconceito religioso, seja qual for.

O mesmo vale para evangélicos que chamam os espíritas de pessoas do demônio.

As pessoas levam seus defeitos e virtudes às Igrejas, centros espíritas, sinagogas, mesquitas e terreiros.

Ninguém morre perfeito. Todo humano peca de alguma forma.

No caso do Lar Mensageiros da Luz, se cuidar de doentes desamparados for coisa do capeta, o mundo realmente virou de ponta cabeça.

Vitor Birner
dica do Rogério Moreira

juntos, os 2 posts têm quase 900 comentários.

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