Melhores no amor, melhores na dor

Banda maluca saiu pra muvuca.

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“Melhores no amor, melhores na dor” (Jota Quest)
“Crianças perdidas nas ruas da vida“ (Baiãobrasilbrasileiro de Joe)

Acabo de assistir um filme egípcio chamado “A BANDA” do cineasta Eran Kolirin. Este filme conta a história de uma pequena banda militar egípcia que chegam a Israel para se apresentar num grande evento, mas em razão da burocracia – ou da total falta de sorte mesmo- acabam esquecidos no aeroporto.

Ao tentar seguir viagem por conta própria, sendo que apenas o jovem Haled fala inglês fluentemente e os demais emblometion, e nenhum deles entende uma única palavra em hebraico, acabam numa pequena cidade em algum lugar no coração do deserto israelense (“fim do mundo”).

Uma banda perdida numa cidade perdida. Logo são acolhidos pelos amigáveis moradores que, apesar das diferenças culturais, abrem seus corações aos forasteiros. Durante 24 horas cheias de surpresas, a música e o amor criam entre eles uma conexão inesquecível pois o acaso inesperado também é condição de possibilidade para novas experiências, aventuras e aprendizagem.

Jesus ao falar sobre o ministério da hospitalidade e movimento sem teto ressaltou: “Tive fome e me deste de comer; tive sede e me deste de beber“. Então os discípulos ficaram igual baratas tontas e perguntaram: “Mestre. Essa pergunta é simplesmente complicada. Mas, afinal de contas, quando é que fizemos isso mesmo?” Então o Messias respondeu: “Quando acolhestes os desabrigados, quando destes alimento aos famintos, quando destes cama aos que eram ruim de cama; quando ouvistes o desabafo do outro; quando escutastes a música do outro; quando se alegrastes com aqueles que tinham três pernas (fartura); quando não negastes fogo a quem era fogoso (carentes), etc, etc”.

Então todos entenderam a simplicidade do afeto e cantaram “Dias Melhores” de Jota Quest.

Joevan Caitano, no Joe Black.
vídeo: Jota Quest [DVD Ao Vivo]

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