“É cruel trazer uma criança ao mundo com uma etiqueta de cor azul ou rosa na testa”

Pop, a criança que decidirá livremente sua sexualidade

Para o mundo que eu quero descer! Pop é uma criança de quase quatro anos que vive na Suécia sem que ninguém saiba o seu sexo. Seus pais negam-se a revelar, já que acham que o sexo é uma construção cultural e social. Em uma entrevista para o jornal sueco Svenska Dagbladet, a mãe da criança comentou: “É cruel trazer uma criança ao mundo com uma etiqueta de cor azul ou rosa na testa.”

Nora e Jonathan, ambos de 24 anos, tomaram a decisão de quando seu bebê nascesse, de manter seu gênero em segredo. Além de uns poucos -aqueles que trocaram as fraldas- ninguém sabe o sexo de Pop, e se alguém pergunta, os pais simplesmente se negam a dizê-lo.

Os pais dizem que querem evitar estereótipos e por isso deixam escolher os brinquedos, o penteado e sua roupa de um armário com uma grande variedade de cores e tipos. Em alguns dias veste calças e em outros um vestido. Os pais de Pop para referir-se a ele não utilizam pronomes e querem manter uma educação neutra e com toda liberdade.

Para alguns psicólogos isto não passa de uma experiência cujo resultado é imprevisível. Reinventar radicalmente o papel do gênero na educação dos filhos, realizar uma interpretação literal e dogmática da liberação sexual como a realizada por este casal pode ser muito perigoso.

Em agosto, Nora teve outro(a) filho (a) que será educado da mesma forma que Pop. Ou seja agora Pop não é a única criança sem (?) sexo do mundo.

Vi no Metamorfose Digital

Comentários

Este QR-Code permite acessar o artigo pelo celular. QR Code for “É cruel trazer uma criança ao mundo com uma etiqueta de cor azul ou rosa na testa”

Deixe o seu comentário