Pessoas com hábitos realmente bizarros

Já dizia Caetano Veloso em uma de suas músicas que “de perto, ninguém é normal”. Porém, existem hábitos que ultrapassam muito a barreira do que os outros poderiam considerar “normal”. Esses comportamentos estranhos, em alguns casos verdadeiras obsessões, estão sendo retratados na série “My Strange Addiction” [Meu estranho vício], que mistura documentário com reality show.

A produção do canal americano TLC (The Learning Channel) estreou a série de programas no finalzinho de 2010 e tem chamado atenção para a bizarrice de pessoas de diferentes idades, raças e condições sociais.

Inicialmente, estão programados 12 capítulos que pretendem explorar o que há de mais estranho no comportamento humano. Cada episódio tem cerca de meia hora e mostra o cotidiano de duas dessas pessoas. O enfoque é no seu hábito bizarro e como cada pessoa, e os que vivem perto dela, lidam com ele. Nos programas que já foram ao ar, foram mostrados casos como:

  • Kesha, que come metade de um rolo de papel higiênico por dia.
  • Lauren A., que só anda na rua vestida com sua fantasia peluda,
  • Lori Broady, que não consegue dormir sem um secador de cabelo ligado ao seu lado.
  • Lauren P,. viciada em fisioculturismo
  • Crystal, gosta de comer produtos de limpeza.
  • Rhonda, mesmo adulta não consegue parar de chupar o dedo.
  • Samantha, passa o dia se bronzeando.
  • Debbie, que apesar de ser alérgica a gatos, divide sua casa com mais de 20 deles.
  • April Brucker, que passa o dia fazendo ventriloquismo com bonecos.
  • Davecat, que se “casou” com sua boneca inflável.

Não faltaram críticas de especialistas. Alguns, como o professor de psiquiatria da Universidade Vanderbilt, Dr. Peter Martin, acredita que os casos mostrados na TV não são ‘vícios’, como o nome do programa sugere. Ele afirma que muitos se parecem mais com casos de Transtorno Obsessivo Compulsivo e que podem ser tratados. Mas ele não ignora a seriedade dos distúrbios. “Se o que eles gostam for tirado deles, pode haver consequências negativas. Todos derivam de algo que ocorreu no passado e têm um valor simbólico”, conclui. Qual o limite do normal e do estranho? Se o programa emplacar e, a exemplo do Big Brother, for produzido em outros países, em breve saberemos com que frequência isso ocorre no mundo.

Agência Pavanews, com informações de ABC.

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