Fazendo marketing ‘nas coxas’

O marketing de guerrilha nem sempre é bem entendido e aceito. Este ação chegou perto do limite da publicidade invasiva. A Superette, uma rede de boutiques da Nova Zelêndia, quis promover uma liquidação de shorts curtos. A agência de publicidade DDB Auckland decidiu tentar algo novo.

“Colocamos placas de metal de alto relevo em pontos de ônibus, shoppings e bancos de praça. Quando alguma pessoas sentava, a mensagem ficava impressa em suas coxas. Isso criaria um verdadeiro ‘exército’ de mídia livre, com milhares de pessoas exibindo a marca por onde passasse”, explica a agência.

A empresa acredita que a duração média da escrita no corpo era de uma hora.
A questão é: quantas dessas impressões ficaram legíveis e como se sentirão as mulheres que, inadvertidamente, tornaram-se outdoors ambulantes? Não é possível avaliar o sucesso da promoção baseado apenas nessa mídia pouco convencional. Mas possivelmente a ação entrará para a história.

Agência Pavanews, com informações de Copyranter

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