Adesivos de família sofrem… atentados?

Juliano “Kowalski” Barata, em post publicado originalmente no Jalopnik Brasil
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Vocês sabem. Aqueles bonequinhos babacas  sorridentes que um mar de gente tem colado nas traseiras dos automóveis… esposa, marido, filhos, cachorro, papagaio. Afinal, todo mundo ficou de saco cheio da religião – entenda pelos adesivos da santa e do peixe prateado – e resolveu exibir suas famílias para toda a sociedade: amigos, parentes, vizinhos, policiais e bandidos.

Bem, um grupo de desocupados resolveu fazer uma intervenção iconoclasta (termo chique para “travessura”)… adicionando membros bastardos, amantes, criando casais gays, et cetera. E vocês conferem o resultado no vídeo deste post.
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Mas confesso. Mais engraçada que a sacada achei a reação de reprovação de alguns visitantes, com comentários sarcásticos impagáveis:

radical hein? no próximo video eles vão aparecer tocando a campainha e saindo correndo. Nego ali deve ter quase 40 anos”
“A… bem… então… so… but… er… Hardcore vocês, não? A mamãe sabe que ficam fazendo traquinagens na rua?”
“Cara! vcs são suuuuuuper serelepes hein! Qdo crescer e tiver 30 anos quero ser assim, igual vcs….”
“Vídeo insosso, com um zilhão de chavões de edição e que se vende como uma puta coisa subversiva. Vocês têm um futuro brilhante na publicidade, parabéns.”
“Nossa, muito zoeiros. Essa turminha está aprontando aaaaltas confusões!”

Brincadeiras à parte, a polícia não recomenda estes adesivos, por motivos óbvios: você está declarando para a cidade inteira quantas pessoas vivem com você, se há animais de estimação, crianças, informações que podem ser muito úteis para gente mal intencionada. Vale o mesmo para adesivos de faculdade, baladas ou condomínios.

O que resta? Ficam algumas sugestões abaixo.


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dica da Simone Costa

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