Pérolas futebolísticas

Confira  algumas “pérolas” dos jogadores de futebol e dirigentes:

“Realmente minha cidade é muito facultativa”
(Elivélton, ao repórter da Jovem Pan que falava das muitas escolas de ensino superior existentes na cidade natal do jogador)

“Bom, eu não achei nada, mas o meu companheiro ali achou uma correntinha, acho que é de ouro, dá pra ele vender!”
(Josimar, ao ser perguntado o que havia achado do jogo)

“Eu sempre ia lá no banheiro antes do jogo, na pontinha dos pés, e batia umazinha.”
(Dadá Maravilha, explicando que se masturbava para ficar leve e parar no ar)

“Só existem três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá.”
(Dadá Maravilha)

“Não venham com problemática que eu tenho a solucionática.”
(Dadá Maravilha)

“Jogador é o Didi que joga como quem chupa laranja.”
(Neném Prancha, ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

“Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.”
(Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)

“Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.”
(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)

“Quero mesblar jovens e velhos da diretoria.”
(Vicente Matheus)

“De gole em gole a galinha enche o papo”
(Vicente Matheus)

“Não veio o Falcão, mas comprei o Lero-Lero.”
(referindo-se ao jogador Biro-Biro)

“Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.”
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

“As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.”
(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)

“Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.”
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)

“O Santos tava vencendo mas no finalzinho tomamos dois gols e perdemos o jogo.”
(Valdir, atacante do Santos, ao responder a um radialista a pergunta: “O que aconteceu com o Santos que tomou dois gols e perdeu no finalzinho do jogo dentro de casa?”)

“É, a Seleção ainda tem que subir muitos degrais.”
(Cafu, em entrevista ao Jornal Nacional)

“O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.”
(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)

“A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.”
(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)

“Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.”
(Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)

“A bola ia indo, indo, indo… e iu!”
(Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)

“Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.”
(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)

“Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.”
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)

“No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.”
(Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)

“Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.”
(Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)

“Clássico é clássico, e vice-versa.”
(Jardel)

“O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente.”
(João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)

“A moto eu vou vender, e o rádio eu vou dar para minha avó.”
(Biro Biro, ex-jogador do Corinthians, ao responder a um repórter o que iria fazer com o “Motoradio” que ganhou como melhor jogador da partida)

“Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.”
(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)

“Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e gramático.”
(Vicente Matheus, eterno presidente do Corinthians)

“O difícil, como vocês sabem, não é fácil.”
(Vicente Matheus)

“Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão.”
(Vicente Matheus)

“Se entra na chuva para se queimar.”
(Vicente Matheus)

“O maior general da França é o general Eletric.”
(Vicente Matheus, ao responder uma pergunta dos franceses que queriam comprar Sócrates)

“O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.”
(Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses)

“Não tem outra, temos que jogar com essa mesma.”
(Reinaldo, do Atlético, ao responder a pergunta do repórter se ele ia jogar com aquela chuva)

E a última, que não é de um jogador de futebol, mas tem tudo a ver com as atividades extra-campo…

“Agradeço à minha mãe por ter me tido”
(Luciana Gimenez, no Superpop)

lido e adaptado do Blog do Zica

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