Em pré-escola sueca não existe mais distinção entre meninos e meninas

Crianças brincam no jardim do “Egalia”, pré-escola sueca que combate “os estereótipos de gênero”  

Agência Pavanews, com informações de CBS e Forbes

Na pré-escola estadual “Egalia”, evita-se o uso de palavras como “ele” ou “ela”. Todos os seus 33 alunos se chamam apenas de “amigos”, não há divisão entre meninas e meninos, nem mesmo no banheiro. O programa educacional foi cuidadosamente desenvolvido para certificar-se que as crianças não se enquadram em “estereótipos de gênero”.

Ou seja, não há laços cor-de-rosa ou carrinhos de brinquedo, nada que possa permitir essa distinção na escolar que abriu suas portas ano passado, no distrito liberal de Sodermalm, na capital Estocolmo. Esses alunos entre 1 e 6 anos são um dos exemplos mais radicais dos esforços da Suécia para assegurar igualdade entre os sexos desde a infância.

“A sociedade espera que as meninas sejam sempre agradáveis e bonita e os meninos viris e desinibidos”, diz Jenny Johnsson, 31 anos, um dos professores. “A Egalia lhes dá uma fantástica oportunidade de ser quem eles querem ser.”

Essa neutralidade em relação ao gênero é parte essencial do novo currículo nacional para as pré-escolas, baseada na teoria de que mesmo em um país de mentalidade altamente igualitário, a sociedade dá uma vantagem injusta aos  meninos.

Alguns pais agora temem que as coisas foram longe demais. Essa obsessão com a eliminação do gênero, dizem eles, pode deixar as crianças confusas e despreparadas para enfrentar o mundo fora do jardim de infância.

No Egalia – termo sueco para “igualdade” – meninos e meninas ficam juntos em uma cozinha de brinquedo, usando utensílios de plástico e fingindo cozinhar. Peças de lego e outros blocos de construção são intencionalmente postos ao lado da cozinha, para fazer com que as crianças não estabeleçam qualquer barreiras mentais entre cozinhar e trabalhar na construção.

A diretora Lotta Rajalin enfatiza que a Egalia dá uma ênfase especial na promoção de um ambiente tolerante a gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. De uma estante de livros, ela puxa um livro sobre duas girafas macho que estão tristes por não ter filhos – até que se deparar com um ovo de crocodilo abandonado. Quase todos os livros infantis falam sobre casais homossexuais, mães solteiras e crianças adotadas. Não há “Branca de Neve”, “Cinderela” e outros contos de fadas que fazem a divisão clássica de “mocinho e mocinha”. Mas a escola não nega as diferenças biológicas entre meninos e meninas, por exemplo, as bonecas com que as crianças brincam são anatomicamente corretas.

Os métodos do Egalia são controversos, alguns dizem que se deseja fazer uma lavagem cerebral nos alunos. Mas há uma longa lista de espera para admissão e apenas um casal tirou o um filho da escola até hoje.

“Papéis atribuídos a gêneros diferentes não são problema quando todos são igualmente valorizados”, diz Tanja Bergkvist, um blogueiro de 37 anos , que se tornou uma voz de liderança contra o que ela chama de “loucura de gênero” na Suécia.

De fato, a Suécia tem promovido os direitos das mulheres há décadas, e mais recentemente foi dos pioneiros na Europa a permitir que casais gays e lésbicas legalizassem suas parcerias e adotassem crianças.

Estudos de gênero permeiam a vida acadêmica do país. Bergkvist observou em seu blog que o estado já havia concedido 80.000 dólares para uma bolsa de pós-doutorado que tem como objetivo analisar “a trombeta como um símbolo do gênero.”

Jay Belsky, um psicólogo infantil da Universidade da Califórnia, em Davis, disse não conhecer outra escola como Egalia, e questiona se esse é o caminho certo a seguir. “As coisas que os meninos gostam de fazer – correr e transformar pedaços de pau em espadas – em breve serão reprovados… Assim, a neutralidade de gênero acabará por castrar toda a masculinidade.”

A diretora Rajalin discorda, para ela o mais importante é que as crianças compreendam que suas diferenças biológicas “não significa que meninos e meninas tenham interesses e habilidades diferentes. Trata-se de democracia. é uma luta pela igualdade humana”.

Comentários

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66 Comentários

  1. Roberto disse:

    Uma aberração sem nome!
    Pais sem nenhum princípio moral entregam suas crianças para sofrerem lavagem cerebral de ONG’s de “diversidade” que não aceitam a diversidade natural das diferenciações de gênero.

    Espero que os pais suecos, país que já foi um berço do protestantismo pentecostal, se levantem contra a estatização secular de seus filhos.

  2. Robson Lelles disse:

    Mas isso é a implementação da vida REAL do “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley! Um laboratório social a céu aberto com os filhos dos outros!

  3. Daladier Lima disse:

    Os professores também são amigos, me entendem? Os diretores, os pais. Igualdade é igualdade radical. Não é o que querem? Não deveriam nem ter salário para ensinar, são todos amigos. A escola cansou de ensinar.

  4. Daladier Lima disse:

    Os professores também são amigos, me entendem? Os diretores, os pais. Igualdade é igualdade radical. Não é o que querem? Não deveriam nem ter salário para ensinar, são todos amigos. A escola cansou de ensinar.

    • Lígia disse:

      Poderia ser assim, seria uma espécie de socalismo/colonialismo, onde tudo funcionaria em troca de bens e favores de forma justa. Vamos tentar, Daladier? Só falta 6 bilhões de pessoas com os pensamentos retrógrados como você acordarem que tudo será mais fácil.

      • Daladier Lima disse:

        Prezada Lígia, desde há muito tempo a escola tem buscado impor a educação familiar, à qual a família renunciou. Resultado: perdeu-se o foco no ensino. Claro que a escola pode ensinar boas maneiras e comportamentos, mas o viés deve ser o da abertura do debate, nunca criar um estilo, muito menos impô-lo. A escola não é família, a igreja não é família, a empresa não é família. São apenas espaços complementares de convivência. Nunca ensinei minhas duas filhas a discriminar ninguém em função de nada. O que fazem na vida é exatamente isso. A escola brasileira tem seguido o modelo politicamente correto. Só não queremos os níveis de excelência em pedagogia e aprendizado dos países em apreço. Se cobrar, por princípio, uma boa educação escolar é ser retrógrado, aceito a pecha. Se ser moderninho é fazer uma aula de capoeira para Obama, estou fora.

        • ET disse:

          Hahaha. Ridículo!!! Chamam-se “amigOs” para que não tenham diferenças de gênero? Deixar crianças numa escola (lugar para receber IN formação) sem querer IN formá-las… Quem terá sido o gênio a criar isso? Hahahaha.

        • Barbara G disse:

          Vc nao faz ideia mesmo como anda a educação brasileira. iss tá na sua cabeça!

        • Annie disse:

          Ah, sim, realmente, viva a escola brasileira e seu “políticamente correto”. Pena que eles esqueceram de ENSINAR, que é a porcaria da função principal da escola. “Politicamente correto” é indiferente quando não se tem nem professor pra dar aula.

  5. Jam disse:

    Desculpa, COM TODO RESPEITO, POR FAVOR, daqui a pouco vão criar um método para os bebês nacerem sem pênis e sem vagina, aí elas podem escolher o pretendem ser… agora não é nem questão de dizer “Meu Deus!!!! A que ponto chegamos!!!”, já é uma questão de dizer “Minha mãe NATUREZA!!!”.

    • Barbara G disse:

       Voce chegou a ler a parte q fala: “A diretora Rajalin discorda, para ela o mais importante é
      que as crianças compreendam que suas diferenças biológicas “não
      significa que meninos e meninas tenham interesses e habilidades diferentes. Trata-se de democracia. é uma luta pela igualdade humana”.Ou seja, confudimos mto o sexo biologico com a identidade de genero. e gozado q só marmanjo reclama. pq sera? aposto q é para nao tirar a situação comoda ne?

  6. Otávio disse:

    Na minha opinião, uma invasão à identidade biológica da criança, um vilipêndio ao direito da criança de ser o que ela nasceu para ser: menina ou menino. Tenho duas filhas. Nunca precisei dizer a nenhuma delas que elas são meninas. Desde sempre, elas têm traços femininos, diferentemente dos primos homens. 
    Me espanta que eu tenha que vir aqui explicar isso, ou que isto tenha que ser defendido onde quer que seja. 
    Absurdo, tomara que dê errado e que o mal causado a estas crianças indefesas não seja irreversível.

    • Carol disse:

      Você nunca precisou dizer a nenhuma das duas que são meninas mas muito provavelmente elas vestiam rosa, desde a maternidade e suas cabeças, quarto, roupa de cama e de banho era enfeitados com lacinhos. Elas viam filmes de princesas e sonhavam com um príncipe encantado que as resgariam do mundo cruel da solidão. Quando começaram a falar, elas aprenderam que meninas não falam palavrão e não falam muito alto. Quando começaram a usar vestido, entenderam que meninas devem manter a compostura e não sentar com as pernas abertas, mesmo quando usando calças. E especialmente na adolescência, registraram que quem toma a iniciativa são os meninos. E que elas não devem aceitar os pedidos deles logo de cara pois senão “perdem o mistério”. Que não devem ficar com mais de um menino do mesmo grupo e, se possível, evitar de ficar com uma quantidade muito grande de rapazes. 

      Não, ninguém precisa contar pra ninguém, com as exatas palavras, a qual gênero cada um pertence. As diferenças estão aí no mundo, por mais injustas e incompreensíveis que sejam. Palmas pra escola! =)

    • Sursissursis disse:

      Nossaaaaaaaaaaaa “vilipêndio” ao direito da criança! Que bom que você aprendeu uma palavra nova, agora só falta aprender a usá-la em bons momentos né?

  7. Cleiber Levy Gonçalves Brasili disse:

    Sermos iguais não significa que não somos diferentes! São exatamente as diferenças entre os homens e mulheres que nos fizeram povoar, conquistar e dominar o mundo que vivemos. Foi assim que Deus nos criou, nenhum superior ao outro mas um completando o outro. Tratamento igual deve ser no respeito à capacidade de cada um. Já passamos pela “Geração Coca-cola” agora querem implantar uma “Geração Hermafrodita”. Desculpe mas isso é uma vergonha. Ou melhor… é uma “falta de vergonha”!

  8. Isso é imbecilidade travestida de luta social somada com a falta de referências em Deus. Maranata!

  9. Lorrene disse:

    Adorei conhecer o caso dessa escola!
    Sou professora e acredito que dar as mesmas oportunidades para crianças, permite que elas construam suas próprias dentidades! Gostaria muito que tivesse uma escola dessa no Rio de Janeiro pra que eu pudesse matricular meu filho e ainda trabalhar nela!
    Parabéns pra essa escola!

    • Marciacbranco disse:

      Deus nos livre de um absurdo desses! Se já é difícil administrar, cuidar e educar os filhos quando eles sabem quem são, imagine o desgaste da indefinição! A identidade saudável é construída numa família e numa sociedade bem estruturada com valores básicos de respeito um pelo outro, independente de sexo, raça, nível social e etc. E começa exatamente na definição do gênero, se é menina ou menino, pra q se tome uma direção na vida, senão fica eternamente perdido.

      • Rafaela disse:

        Indefinição?! Quem disse que há indefinição aí?! O que há é flexibilização de gênero, das diferenças de gênero que dicotomizam a sociedade em masculino/feminino. Garanto que essas crianças serão muito mais bem definidas, os meninos não irão reprimir gosto pela culimária, pela paternidade, pelos cuidados domésticos; as meninas se sentirão atraídas por construção, consertos, etc. A meu ver, ambos estarão muito mais definidos e aptos a viver socialmente. Gênero é uma redução que a sociedade criou, não é necessidade, nem é natural.

      • stephs disse:

        calaboca, sério.

        • Sursissursis disse:

          Cale você antes: sério!

          (afinal… se é pra colocar a grosseria em jogo)

          Fique bem quietinho… Mantenha o silêncio enquanto não conseguir exprimir um argumento inteligível a respeito, enquanto tudo que sair de sua boca for preconceito e lugar-comum, só abra quando diretamente apontada pra lata de lixo…

  10. Lígia disse:

    Porque será que mulheres acham legal e homens repudiam? Porque fazendo as garotas se sentirem iguais aos homens, acabar-se-ão as inseguranças que as fazem serem menores, isso quando quase nada, comparadas aos seus maridos. É cômodo para os homens não quererem mudanças quando eles estão no poder sobre tudo, certo? Adorei a ideia e adoraria morar na Suécia, para colocar meus futuros filhos nessa escola e ver se eles terão ainda menos preconceitos sexuais do que acredito ter.

  11. Gabriela disse:

    gente, vocês que são contra se esquecem que antes de macho/fêmea (assim como antes de branco/negro/etc, brasileiro/não-brasileiro/americano/europeu/asiático/etc, entre outras dicotomias [ou multicotomias]), nós somos seres humanos!! e não, não acredito que exista um comportamento típico “de menina” e “de menino”, e nem que isso seja sinônimo de “incentivo ao homossexualismo” (pois sabemos muito bem que o que ocorre na nossa sociedade é não só um “incentivo ao heterossexualismo”, como praticamente uma imposição, punida de diferentes formas (até de modo estúpido e extremista, em alguns países onde “ser homossexual ou praticar homossexualismo” dá morte e/ou cadeia). ninguém “vira” gay, assim como NINGUÉM “vira” hétero. se as pessoas pudessem entender isso, haveriam menos casos de espancamento e assassinato de pessoas inocentes por puro motivo de homofobia. pensem nisso, antes de dizerem simplesmente “sou contra”.

  12. Como estudante de psicologia, eu acho que isso vai dar merda!

    • Fesassi disse:

      pois é meu caro, tá na hora de tu pensar na tua carreira. A começar colanco justificativas plausíveis nas tuas opiniões.

    • Hamanndah disse:

      Meu bem, pelo que entendi as/os meninas(os) não são obrigados a brincar de carrinho/casinha. Eles(meninos/meninas))brincam com o que quiserem. Se seu(sua) filho/a lhe pedisse uma boneca/tremzinho você não iria dar porque não é coisa de menino/a?

  13. Fesassi disse:

    Pelos comentários fica claro o quanto o povo brasileiro ainda é atrasado e vive na inércia de conceitos impostos sécula atrás pela igreja católica, por exemplo. 
    Vocês tem muita dificuldade de ver que a nossa sociedade é extremamente opressora nos estereótipo de machoXfêmea e o quanto isso prejudica qualquer pessoa que quer ser diferente desse estereótipo. Vocês não podem negar a dificuldade para por exemplo um homossexual ser ele mesmo, nessa sociedade preconceituosa, sem apoio, na maioria das vezes da própria família; ou então de uma menina que não gosta de brincar de barbie crescer em um colégio cheio de patricinhas…o esterótipo de gênero, gera muito sofrimento para muitas pessoas, que acabam marginalizadas na sociedade. O que essa escola faz, não é querer que as pessoas deixem de ser HOMENS ou MULHERES, achar isso é pura ignorância, o que ela quer é que as pessoas sejam HOMENS ou MULHERES como bem entendem e isso, meus caros, é futuro. FUTURO. 

  14. Candaicalmon disse:

    Até que fim!
    Esse é um dos primeiros passos para a igualdade nas relações sociais! Muito importante entender que a biologia não define habilidades/capacidades de gênero. Há biologia está aí, mas NÃO define o comportamento dos gêneros e sim a cultura e seu processo de coersão social.

  15. Rita disse:

    Acho que devemos parar…. para pensar em tudo que estar à nossa volta. E discutir, tds as possibilidades, compreender, que nao devemos manipular. È importante que o ser humano cresça, se liberte desses estereótipos imposto ao longo de sua vida. o preconceito traz sofrimento, dor n´Alma. Que direito temos para jugar!!! vivo como sei, amo como amooo!! NÃO IMPORTA QUEM SE AMAAA!!! DESDE QUE HAJA AMORRRRR EM SUA VIDA !!!!!
    Acho que é isso que a escola quer um mundo melhor….. no futuro. que não é o presente!

  16. Eu disse:

    Se chamam de amigo… mas O amigo ou A amiga? Humm…

    • Mim disse:

      Nas maioria linguas angrosaxônicas não há distinção de gênero em várias palavras. Amigo é uma delas…

      • Casper Lindkvist disse:

        Só pra deixar claro que sueco não é uma língua anglo-saxônica. Aliás, não existem “línguas anglo-saxônicas” nessa acepção.

    • Lu disse:

      Em suéco não há distinção de sexo no substantivo amigo, como em português. É utilizada a palavra ‘ vän’ tanto para amigo quanto para amiga, como em inglês é usado ‘friend’.

  17. Sergiolibanori disse:

    Não haver distinção entre os seres humanos é uma prova de amor e respeito. Essa escola está dando um belo exemplo de como devemos educar nossas crianças…

  18. Thiago Silva disse:

    Estratégia interessante, mas jamais daria certo aqui no Brasil .-.

  19. Brn disse:

    Pequeno erro linguístico no artigo, Egalia está longe de significar qualquer coisa em sueco. O nome da escola foi provavelmente inspirado na origem latina da palavra e igualdade em sueco é “jämställdhet”.
    Achei muito boa a ideia, mas mesmo aqui na Suécia, apesar de ser considerado o país mais avançado do mundo no que diz respeito a igualdade de gênero, ainda existe muito dessa mentalidade conservadora, infelizmente. Felizmente escolas como essa são um passo na direção certa para educar gerações mais tolerantes.

  20. Thomaz disse:

    engraçado perceber o quanto tá enraizado na nossa cultura a questão dessa importância postulada de imagem feminina ou masculina. acredito, na verdade, que estão confundindo o principal objetivo do método dessa escola. eles não querem atacar o sistema e tentar reverter as imagens de feminilidade e masculinidade.. me parece que essa busca é bem mais próxima de uma tentativa de neutralidade. e é lindo isso! uma tentativa muito bonita de extinguir com uma sociedade misógina, (ainda) patriarcal, e muitas vezes heteronormativa. 

  21. Bravo disse:

    besteira, as pessoas precisam saber quem são e se sentir seguras, e isso tem relação com os pais e não com a escola que frequentam, homens e mulheres podem sim fazer as mesmas coisas, mas se deve ensinar isso socialmente para adultos também ( educação) nunca é tarde, ah e contos infantis são muito importantes no crescimento e desenvolvimento infantil, acho preconceituoso sim estabelecer que todos são iguais, se biologicamente não são, e também eles vão notar as diferenças são muito espertos, com relação a opção sexual o preconceito esta mais em nós do que nos outros …

  22. Bravo disse:

    bizarro …

  23. Fernando disse:

    Caraca… O fim do mundo está próximo! A tirania do “gênero”!

  24. Nike2 disse:

    A criança nasce sem preconceito algum, o preconceito e a falta de respeito quem ensina são os adultos. Elas são moldadas perante a sociedade que as rodeiam. No caso no Brasil e muitos países por ai, muitos ensinam o ser humano desde de pequeno, a não respeitarem as diferenças, não repeitaram o planeta e muito menos respeitarem a eles mesmos que estão “educando”, porque tem criança que só falta sambar na cara dos pais.

  25. Rafasmf disse:

    Eu jamais colocaria meus filhos nessa escola. Acho que eh impor nas cabecas das pessoas que eh natural o que nao eh. A verdade eh que fosse tao natural nao haveria tanta tristeza em relacao a isso. Eu tenho alguns amigos que sao gays, e os adoro, mas tambem digo eles nao sao tao felizes. Muitos tem ate vergonha e dificuldade de aceitar o fato de gostar do sexo oposto. Por isso acho que devemos ensinar aos nossos filhos que existe e que devemos respeitar e se acontecer algum de nossos filhos seja gay devemos apoia-lo, porque eh uma situacao muito dificil para a pessoa. Para mim o que falta nao eh a imposicao de que eh natural e sim a compreensao, porque natural nao eh, senao nao o homem nao necessitaria da mulher para procriar e vice versa.

  26. medusa_byron disse:

    O que vem a ser “anatomicamente correto”?

  27. fredmorsan disse:

    Isso vai no sentido contrário a vários estudos em comportamento humano, onde se diz que a afirmação das diferenças seriam mais benéficas e negativas. O problema das diferenças, na verdade, seria tenta hierarquizá-las, tentando provar que um é melhor que o outro, quando são apenas diferentes. Acho que esse tipo de atitude feita nesta escola sueca só mostra a ignorância do ser humano. Somos diferentes. “E Deus viu que isso era bom!”.

  28. Julianahbellini disse:

    Logo se vê que a psicóloga Jay Belsky não compreendeu a ideia da Egalia, quando termina por dizer que castra toda a masculinidade, que masculinidade moça?!!!
    Inicia-se o artigo falando justamente que não há masculino e feminino e sim criações sociais referentes.

  29. Joel disse:

    São ridículos os argumentos da “galera” que defende a nova postura educacional desta escola, falam de respeito, igualdade, preconceito, estereótipos quando eles mesmo para defenderem suas opiniões querem empurrar goela abaixo de quem discorda os seus valores (corrompidos diga-se de passagem). 

    Atenção, oi…  existem pessoas inteligentes e de respeito, cristãs, que tem a sua fé e os seus valores que também não querem ser “demonizados” por vocês os “talibans” da nova era. Mordaça na boca dos outros é refresco. Respeito a opinião e a tentativa da escola em procurar uma sociedade igualitária, mais justa, mas não sou obrigado a concordar com as ferramentas usadas para isso.Só uma opinião aos intelectualóides do futuro: Renovem a mente ouvindo, analisando e principalmente respeitando as diversas opiniões, valores, cultura dos outros. Infelizmente esta geração “moderninha” é vazia e opressora, ainda não conhecem uma das palavras que refletem a dignidade de um ser humano…. HUMILDADE. 

  30. Sergiolibanori disse:

    Nascemos livres, sem rótulos… É a nossa ignorância que nos torna escravos e infelizes…

  31. Mestrecobramansa disse:

    Porque todos tem um macacão azul?

  32. ARAGÃO disse:

    TUDO ERRADO… PSICÓLOGA CONTROVERSA, IDÉIAS ABSURDAS E NÃO INOVADORAS, PREJUÍZO PSICOLÓGICO IRREVERSÍVEL NA FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO… ESSE MUNDÃO JÁ DEU. FUI…

  33. Calafange22 disse:

    é muito bonito todos os comentarios, a liberdade sexual, acabar com paradigmas de masculinidade (poder), mulher(sensibilidade, independencia nos dias de hj), mas nao esqueçamos que simbolicamente temos em nossa estrutura psiquica a masculinidade e a feminilidade, tanto no homem quanto na mulher. sem essa estrutura pra nossa construçao psiquica vai ser dificil de criar mecanismos novos que substitua essa estrutura. Vemos em nossos dias o quanto uma familia sem o “falo”(tanto do homem quanto de mulher), a dificuldade de se criar um filho e conseguir por limites…

    mas sem duvida esse é um caminho que estamos percorrendo, o desamparo, sensaçao de perda, depressao entre outras conseguencia dessa transiçao será inevitavel, mas é o preço que pagaremos por uma “sociedade igualitaria”.

  34. Pedro disse:

    O único e real valor que estas crianças necessitam desenvolver é a segurança em si mesmas, nas suas opiniões, nos seus atos, nas suas escolhas… a sociedade sempre vai ser dura com os mais fracos! Não se trata de lei da selva ou da evolução Darwinista, mas sim da realidade que a cada dia presenciamos! É uma necessidade do ser humano apoiar-se em outras pessoas para crescerem, sobreviverem melhor! Esta experiência em questão é nobre pelo simples fato de permitir que as crianças, logo mais no mundo adulto, saibam realmente o que querem! E que não entrem para as estatísticas dos adultos fracassados e conformados com a medíocre vida e linha de pensamento que têm!

  35. magda_alquino@hotmail.com disse:

    A escola é o primeiro ambiente de socialização ,e também de reprodução de concepções sociais , ensinar de forma democrática , sem transmitir esteriotipos de genero ditos como “certos ou errados ” pela sociedade, é um grande passo para uma sociedade menos desigual. Parabéns a este projeto que trabalha pela iguadade de genero.

  36. Chagas Frederico disse:

    A verdadeira educação começa em casa e com pais equilibrados. O restante é adaptação ao meio. O ser humano nasce Homem ou nasce Mulher não existe meio-termo. Para continuação da espécie Homem tem que ter Mulher e Mulher tem que ter Homem. Caso contrário a população da terra chegará a Zero em cem anos.

  37. […] em uma educação não machista, poderíamos construir um espaço escolar mais democrático. Em alguns países já temos escolas infantis que aboliram o ‘gênero’ nas diferenciações dentro do espaço”. […]

  38. Paulo disse:

    Gostaria de tirar uma dúvida. …a escola primária na Suécia. ..que inicia com 6 anos ….já tem aulas regulares de inglês ….ou está matéria é dada apenas mais tarde? Com 9 ou mais….
    Desde já agradeço a atenção. …

  39. irani disse:

    A escola ideal, longe de qualquer tipo de rótulos, imposto por uma sociedade preconceituosa machistas com suas crenças, que passam de geração por geração, muito me admira educadores pensando assim, já que não existe distinção do que a mulher ou o homem pode fazer e sim esteriótipos de gêneros.

  40. Bom, e o que resolveram quanto as vestimentas, os meninos vão usar também vestidos? Nem tudo que exige força física a mulher aguenta. Puxa, os próprios físicos já demonstram as diferenças, por que não mudar apenas as cabeças masculinas com educação para o respeito às mulheres , na igualdade nos salários, nas competições profissionais, sem interferir no que agrada a ambos e o que os atrai. Se é a mulher que tem filho, nada mais natural do que brincar com boneca. Se o homem é mais forte fisicamente é normal que goste de brincar medindo força. Cada um seguindo seu instinto. Tem momentos e situações em que as diferenças entre o homem e a mulher são necessárias para uma harmonia e é o que desperta o interesse entre ambos. Igualdade em cultura, educação moral, instrução e trabalho concordo, porém, sem mexer na feminilidade e masculinidade, senão vai ficar muito sem graça.

    • Bianca disse:

      Posso dizer que conheço vários seres que nasceram com pênis , aqui na Suécia, desejando ter órgãos sexuais femininos, para se relacionarem com mulheres….

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