Wikileaks parodia Mastercard em campanha

Via Portal Imprensa

20 números de celular para garantir que ficará anônimo U$5.000
Responder a processos em 5 países diferentes U$ 1.000.000
Servidores de dados em 20 países U$ 200.000
Doações perdidas pelo bloqueio de bancos U$ 15.000.000
Prisão domiciliar U$ 500.000
Ver o mundo mudar por causa do seu trabalho NÃO TEM PREÇO

O maior site de vazamentos de documentos sigilosos da atualidade, o WikiLeaks, lançou uma propaganda em que parodia o famoso anúncio da empresa de cartões de crédito, Mastercard, envolvida em inúmeras ações de boicote ao portal editado por Julian Assange.

O comercial traz o editor-chefe em prisão domiciliar, narrando todos os empecilhos que o site enfrenta devido às pressões do governo norte-americano. A propaganda encerra com a frase cunhada pela MasterCard: “Ver o mundo mudar por causa de seu trabalho: não tem preço”.

As empresas de cartão de crédito, Visa e Mastercard, bloquearam, em dezembro de 2010, a transferência de doações para o Wikileaks. Em entrevista ao O Estado de S. Paulo, o jornalista investigativo e porta-voz do site, Kristinn Hrafnsson, diz que isso “(…) prejudicou financeiramente. Não temos os recursos que esperamos para expandir nossa atuação”. O porta-voz diz que, caso os canais não sejam reabertos, eles acionarão a Corte Europeia. “Anunciamos, na sexta-feira (1°) à noite, que demandamos da Visa e da Mastercard que reabram o canal de doações. Se não fizerem isso, tomaremos medidas legais. Juntas, as empresas detêm 96% do mercado, o que é uma violação muito séria do Tratado Europeu, artigos 101 e 102”, explica Hrafnsson.

dica do Leone Lacerda

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