Após perder metade do cérebro em acidente, jovem se torna pintora

Agência Pavanews, com informações de Daily Mail e Life News

Taisia ​​Sidorova, 21, natural da cidade russa de São Petersburgo, sofreu um terrível acidente  de carro há três anos, que atingiu do seu crânio fragmentando os ossos e decepando o lado  esquerdo de seu cérebro.

Depois de ser desenganada por médicos e receber inclusive a extrema-unção de um sacerdote, ela contrariou os diagnósticos e  saiu de um longo coma para descobrir uma nova habilidade artística.

Taisia e Irina Sidorova

Médicos tiveram de remover o hemisfério esquerdo de seu cérebro, responsável pela lógica e análise, e colocaram uma placa de proteção metálica dentro de sua cabeça. Sua mãe, Irina, ouviu que, se sobrevivesse, ela provavelmente vegetaria pelo resto da vida.

Mas lentamente – com amor e o apoio de sua família – ela voltou a falar, mexer os braços e pôde voltar para casa. Durante quase dois anos ela ficou em uma cama, mas a mãe esteve ao seu lado, falando com ela e massageando os braços e pernas.

O crânio de Taisia após  o acidente

Como parte do processo de recuperação, começou a ter aulas de pintura. Foi então que descobriu seu dom artístico, até então desconhecido.

Embora não demonstrasse interesse algum por desenho ou pintura antes do acidente, Taisia começou a desenhar. Quando a família viu alguns de seus trabalhos, decidiu comprar material de pintura. Seu professor de arte diz que ela tem um talento natural para a arte e é a melhor da sua turma. Um dos médico que tratou Taisia diz que seu cérebro parece ter se desenvolvido para compensar a parte que falta e ativou um talento ainda não descoberto pela arte.

Imagens dos quadros pintados por ela

Um dos médicos que tratou da jovem ​​acrescentou: “O cérebro humano é uma coisa notável – neste caso, a parte que restou parece ter se desenvolvido para compensar a que falta – ao mesmo tempo deu a ela um talento ainda não descoberto para a arte.” A maior sequela foi a perda parcial dos movimentos da mão direita e dificuldade na visão.

Embora considerado arriscado, a medicina moderna ocasionalmente opera pessoas, para remover partes do cérebro em casos que a pessoas sofra com algo que a impediria de ter uma vida normal.

Uma pesquisa feita pelo neurologista John Freeman, da Universidade Johns Hopkins, indicou que quanto mais jovem o paciente, mais provável é que possa se recuperar.

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