Sexo no espaço é impossível, diz grupo de cientistas

Publicado no Yahoo Brasil

Viajar pelo espaço, arriscando sua vida em prol da ciência e do conhecimento é uma missão e tanto. Mas a vida do astronauta não é fácil. Além dos inúmeros perigos, existem outras coisas que não facilitam sua permanência além da estratosfera: uma delas é a questão sexual.

Para pesquisadores da Universidade de Medicina de Massachusetts, o sexo é uma prática impossível em ambientes com pouca gravidade. Não é brincadeira não. Talvez essa seja a grande barreira existente para o desenvolvimento de viagens interestelares de grandes distâncias.

Imaginem a famosa possibilidade de que a raça humana seja obrigada a abandonar a Terra e rumar para um planeta cujo ambiente permita sua permanência. Se levarmos em consideração que uma viagem até a estrela mais próxima demoraria alguns séculos, percebemos que a humanidade teria de se reproduzir durante a viagem.

A bióloga Athena Andreadis, membro do grupo de pesquisa, diz: “Sexo é muito difícil em gravidade zero, aparentemente, porque você não tem tração. Pense nisso: você não tem atrito, você não tem nenhuma resistência”.

A microgravidade pode ter efeitos negativos sobre o corpo humano ao longo do tempo: o enfraquecimento da visão, do tecido muscular, além da diminuição da estrutura óssea e do volume de sangue.

Outro problema envolve a procriação espacial. Caso uma mulher engravide durante esta hipotética viagem espacial, o parto seria extremamente doloroso. A gravidade e o peso do bebê ajudam o processo. Em ambientes sem gravidade defeitos congênitos poderiam surgir.

A saída encontrada e recomendada pelo grupo de cientistas é criar ambientes que simulem a gravidade da Terra. Para eles essa seria a única forma de sobrevivermos no espaço. Parece óbvio, não?

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