Um Natal para todos!


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Vídeos megacaprichados do projeto Um Natal Para Todos!, da Comunidade Batista em Moema (SP). Além das apresentações na igreja, o grupo vai cantar no Club Athletico Paulistano, Brascan Open Mall, Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa.

Os produtos arrecados serão doados para o Exército de Salvação e para o Lar Batista.

dica do Volney Faustini

Comentários

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7 Comentários

  1. O Corneteiro disse:

    O Corneteiro fala:
    É a chamda ficou “bunitinha”, nada demais, e a música cantada em inglês realmente mostra o quanto as pessoas são elitistas, distantes e inteligível para quem não entende a língua… Porque não cantar algo em português? Ou com sons da nossa terra? Estes evangélicos são sempre estrangeirados, tem preguiça de fazer algo autêntico e original.

    • Se a intenção é se comunicar com determinado público (não-cristão, ateu, preconceituoso com protestantismo – com razão vide os neopentecostais de hoje – e socioculturalmente ricos) nada mais justo do que cantar canções natalinas originais e sem o apelo ‘crentês’, visto o repertório pobríssimo natalino tradicional em português, com as primeiras canções sendo escritas no início do século XX abordando Papai Noel. E todo o resto, meras traduções. Esta canção cantada no vídeo, em específico, tem uma história belíssima, sendo composta em latim na idade média e incorporada por Bach em sua obra. A música clássica é atemporal e universal, nada mais nobre do que resgatá-la em uma sociedade cada vez mais tão superficial e pobre culturalmente.

    • O povo tem mania de pensar que Jesus só veio para pessoas pobres, que não tem acesso à cultura. Errado. Parabéns a todos que estão envolvidos neste projeto da Batista em Moema por esta iniciativa e zelo em produzir este trabalho que irá espalhar o calor do natal que mostra porque Jesus veio, para amar a todos. Vamos contar o número de evangélicos em uma favela e em um bairro nobre e comparar o percentual. Eu evangelizo crianças e vivi uma experiência marcante que mudou muito meu ponto de vista sobre muitas coisas, evangelizei 30 crianças socialmente carentes e todas aceitaram a Jesus. Estou a 3 semanas evangelizando 2 crianças extremamente ricas, e ainda não consegui êxito. Estou me esforçando e orando por elas. Descobri que pregar Jesus para pessoas em desvantagem econômica é fácil, mas evangelizar ricos, “burgueses”, “elite” é imensamente mais difícil. E você? Já evangelizou alguém esse ano?

    • Leandro Nigre disse:

      O problema de julgar é que não sabemos a intenção do coração do outros…

  2. Um vídeo batistamente burguês.

  3. O Corneteiro disse:

    O Corneteiro,
    Ora ora ora! Agora vou dar minha carteirada!
    Eu adoro música erudita também moçada! Fui mau compreendido!
    Destesto a maior parte da música evangélica atual… Nem ouço rádio evangélica! Eh mercadologiamente estratégica e com o conteúdo duvidoso muitas vezes. O evangelho foi deixado de lado para colocar letras esquisitas e cantores estranhamente produzidos pelas suas radio gravadoras… tudo é questão de business evangelical e performance “crente” de acordo com o grupo ou denominação específica.
    Eu confesso que sou adepto da MPB de boa qualidade e da boa música em geral que tenha algo a dizer e tem muita música que já ouvi fora dos arraias que dá de 10 a zero nestas tais músicas populares “cospel”!
    As pessoas são livres para ouvirem o que quiser.
    Eu penso e logo dou a minha opinião (essa coisa de dizer: “O problema de julgar é que não sabemos a intenção do coração do outros”, é de crente reprimido… e condicionado pela religião… Jesus liberta!), não sou um alienado que não percebe as coisas… com as devidas proporções dou a minha palhinha de contribuição.
    Em relação a música natalinas clássicas todo o ano é a mesma coisa, sempre as mesmas músicas nas comunidades… Chato pra dedéu! O que quis dizer é que há poucas coisas com referencia a nossa cultura musicalmente falando que são colocadas nesta época. Ora bolas, se vocês conhecem encenação do Pastoril (musical folclórico sobre a saga do Natal bem brasilis), com a suas devidas proporções, é lindíssmo e emocionante… Qualquer um gosta, azul ou verde. 
    Minha outra crítica também é que não é só nesta época do ano, mais na totalidade do ano a maior parte das músicas de corais são partituras de origem americana cantadas nos cultos… e por outro lado nacional (os que nem tem senso crítico), estamos sendo invadidos por perniciosas músicas populares” evangeliconsumo” sem muito conceito de evangelho e que são egocentricamente voltado ao espetáculo pop star “cospel” que nada ensina e tem muito pouco ou nada tem a contribuir no ensino e na verdadeira Causa, mas se voltando para o deus mercado.
    Tinha muito o que falar sobre o assunto, mas sofisticar ou não a música isso não significa muito. O que atinge as pessoas é a essencia do Espírito do Senhor. Vai a um culto com músicas com orquestras ou por outro lado com cantores “cospel” e não tem este Espírito, acha tudo bonito, mas sai vazio da alma e sem metanóia. De um lado você tem só a cultura, que é interessante, mas não muda o coração e de outro lado, um pop star “cospel” que é vaidoso e que quer vender os seus discos, e tem um música muitas vezes alienígena ao verdadeiro evangelho confundindo as coisas.
    E olha que eu não falei em estilos de música que já é outra coisa e que o crente é “ruim de roda” em fazer ou tem preconceito em produzir (são uns arcaicos), mas fica para outro debate. Quanto ao vídeo que eu ainda nem me expliquei direito… Os crentes no Brasil são limitadíssimos, acham que é chique cantar em inglês (colonizados e aculturados) e arrebanhar aqueles da classe média e da elite sofisticando, mas o evangelho não é isso, não precisa de artifícios ou subterfúgios sofisticados (nada contra Bach, Haendel e outros músicos fantásticos que já cantei em coral). Eh só um adereço, não um fim em si mesmo, que pode ser usado, mas que na minha opinião é algo que fica pasteurizado e nada original se não existe uma certa inventividade na condução interpretativa da música… a cultura “crente” no brasil é um Frankenstein ou samba do crioulo doido de dar arroto, é oito e oitenta, quero dizer que não existe bom senso. Ainda vai rolar muita discussão sobre isso e com este sistema evangelical que é, a coisa tende a piorar se as pessoas não acordarem para Jesus na real.  Enquanto isso não acontece, prefiro curtir minha MPB de bom conteúdo e qualidade, alguns hinos e os cantores evangélicos dos anos 80 e 70.
    Adios amigos

  4. O Corneteiro disse:

    Sobre a performance de evangelizar pessoas com frases automáticas de crente do tipo:”E você? Já evangelizou alguém esse ano?”. Isto infelizmente é mentalidade de crente de igreja empresa e que realmente forçam uma barra errônea. Fico preocupado com os que aceitam no levantar a mão, mas muitas vezes não tem um acompanhamento adequado quando estão dentro de uma comunidade e logo desistem por não entenderem o significado real de Cristo na vida deles e a realidade é que muitos saem. Infelizmente se criou uma mentalidade nas comunidades horrível nas pessoas da quantidade de quantos evangelizou num certo e dado momento ou lugar para arrebanhar mais em detrimento da qualidade. Se evangeliza pela vida em qualquer lugar onde der para evangelizar e de maneira que sejamos nós mesmos sem máscara, linguagem e roupa de crente, mas revestidos do Espírito do Senhor e da Palavra com bom senso sem chatices de evangélico robot que tem que dizer frazes automaticamente feitas… os chargões de sempre. Quem sabe da minha vida é o Senhor o que eu faço e nenhum ser “crentão” vai me forçar a barra ou me induzir a isso fazendo perguntas bobas como esta. Hasta la vista Bebê!

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