Pornografia na editora do Vaticano

Publicado originalmente por Antonio Carlos Prado e Laura Daudén na IstoÉ

“A Freira Que Sabia Comungar”, “Me Chame de Vagabunda” e “A Pros­tituta do Advogado”. Esses são apenas alguns dos títulos eróticos – e satânicos – publicados por uma editora da Igreja Católica na Alemanha.

Ela se chama Weltbild, é o segundo maior grupo editorial do país e foi comprada pelo Vaticano há mais de 30 anos – mas somente na semana passada a Igreja, conforme diz, deu-se conta de que a editora persistia em sua heresia pornô.

A revelação causou furor e fúria no Vaticano, e os livros mais apimentados foram retirados do site da Weltbild. Bispos alemães até que tentaram explicar o caso: “Foi uma falha no sistema de filtro.”

Tarde demais: o pecado já estava consumado – e, pior, bem documentado.

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