As marcas brasileiras que mais investem nas redes sociais

Quem está na rede

Publicado originalmente no Adnews

A Miti Inteligência divulgou um levantamento sobre a atuação dos 30 maiores anunciantes do país nas redes sociais. O estudo traz dados como quem tem mais seguidores no Twitter ou escreve mais da rede de microblogs, além de quem faz mais sucesso no Facebook, Orkut e LinkedIn.

A união entre marca e celebridade deu muito certo para a Claro, que desde maio de 2010 mantém parceria com Ronaldo “Fenômeno” no Twitter. Quando o ex-jogador assumiu, o perfil da operadora tinha 33 mil seguidores; hoje, são 2,6 milhões, o que a coloca bem distante da segunda marca da lista.

Quem ocupa a posição é a Vivo, que tem apenas 287,4 mil followers. Depois aparecem Tim (185,6 mil), Sky (51 mil), Net (30,1 mil), Fiat (23,8 mil), Bradesco (21,6 mil), Itaú (20 mil), Oi (17,7 mil) e Volkswagen (14,2 mil).

Por mais que seja campeã nesse quesito, a Claro (e Ronaldo) é apenas a nona quando o assunto é quantidade de postagens na rede, com 4,5 mil tweets já enviados. A Sky é quem aparece na frente, com 39,2 mil.

Na sequência vem Banco do Brasil (36 mil), Vivo (11,6 mil), Oi (9,9 mil), Tim (5,6 mil), Fiat (5,6 mil), Reckitt Benckiser (4,6 mil), Ambev (4,6 mil), Claro e Net (4,4 mil).

Facebook, Orkut e LinkedIn
Na maior rede social do mundo, quem manda é a Coca-Cola, pelo menos entre os maiores anunciantes brasileiros. Só que a multinacional de bebidas tem como estratégia manter um perfil único no site, em todos os mercados em que atua.

Isso fez com que a marca conseguisse 36,3 milhões de “Likes”, o que representa a quantidade de pessoas que interagem com ela por ali.

Há uma discrepância enorme em relação ao Itaú, segundo colocado com 532,7 mil. Nestlé (280 mil), Unilever (220,4 mil), Volks (203,4 mil), Claro (200 mil), Vivo (153,6 mil), Fiat (91,8 mil), Ford (71,9 mil) e Sky (70 mil) vêm depois.

Das 30 marcas analisadas pela Miti, apenas cinco mantêm comunidades oficiais no Orkut. A Coca-Cola, mais uma vez, aparece com um destaque bem acima das outras: são 1,1 milhão de membros. Então vem Casas Bahia (26,6 mil), Sky (26,4 mil), Claro (13,2 mil) e Net (7,2 mil).

Os mais de 135 milhões de usuários do LinkedIn têm preferência pela HP, já que a marca conta com 435,8 milhões de seguidores. Na sequência: P&G (144,1 mil), Unilever (135,5 mil), GM (78 mil), Ford (74,2 mil), L’Óreal (57,5 mil), Bradesco (15,1 mil), Ambev (14,5 mil), Vivo (14,2 mil) e Itaú (14,1 mil).

De fora
Somente o Bradesco possui conta oficial no novato Google+, embora a Coca-Cola, a Ford e a HP mantenham perfis corporativos mundiais no canal.

As empresas ainda não exploram Flickr, Vimeo, Foursquare, Instagram e blogs da mesma forma que atuam em Twitter e Facebook. O Flickr, por exemplo, rede para compartilhamento de fotos, é utilizado apenas pela Ambev e Coca-cola, dentre os 30 maiores anunciantes.

Vimeo e Foursquare ainda não são utilizadas por nenhuma das empresas listadas no ranking e a postagem de informações em blogs ocorre apenas com as marcas Vivo, Claro e L’Óreal.

Comentários

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1 Comentário

  1. O Corneteiro disse:

    Realmente o neoliberalismo é o diabo-vampiro nas empresas transnacionais (empresas não nacionais) que fazem a farra nos países periféricos ditos em progressão de desenvolvimento. Como disse um amigo meu num cursinho pré-vestibular no final dos anos 70 e meados do fim da ditadura, que as transnacionais  são “vampiros oportunistas que sugam de todos os lados”, aproveitam-se do momento como podem (até mesmo poluindo e desmantelando o meio ambiente), e depois cospe o caroço e dão o fora se a coisa não estiver de acordo com eles. Eles vem pra cá porque é um dos último lugares na terra que tem muita matéria prima.
    O FHC, Fernando Henrique Ceboso e sua trupe, fez um “bom trabalho”, para não dizer ao contrário, de liquidar e fazer a privataria pirata de vender a preço de banana as empresas públicas (as boas idéias e a tecnologia foram sabotadas por pérfida articulação no governo tucano e continua lentamente no governo do PT) e não se sabe bem aonde foi parar este dinheiro destas vendas que o gato comeu e ninguém viu… ou sabemos!?
    Quando eu vejo nas cabeças das listas destes pregões de redes sociais serem ocupados por empresas estrangeiras na sua maioria, é um sinal para se observar o quanto estamos dependentes e realmente vendemos a alma ao diabo do neoliberalismo. Não houve e não há a preocupação destes últimos governos de planejamento estratégico nacional para se criar boas idéias de desenvolvimento tupiniquim (e de sutentabilidade), e criar nossas próprias tecnologias e ter a nossa própria auto-determinação, diferentemente da China ou Coréia do Sul, mas preferiram a outra via mancomunadamente de vender cada parte deste país para os gringos sugarem o quanto podem.

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