Kevin Costner: “Quando cantar diante de Deus, Whitney, não se preocupe: você será boa o bastante”

Publicado originalmente no UOL

O astro de Hollywood Kevin Costner foi uma das presenças ilustres no funeral da cantora norte-americana Whitney Houston. Na cerimônia, realizada neste sábado (18), o ator, que contracenou com a cantora no filme “O Guarda-Costas” (1992), afirmou que a música “I Will Always Love You” não estaria no filme, se não fosse por insistência de Whitney Houston.

O filme “O Guarda-Costas” foi o que mais vendeu cópias de trilha sonora da história, com 38 milhões de discos vendidos. O longa também ajudou a consolidar a carreira de Houston, que interpretou o hit I Will Always Love You.

O astro brincou com as diferenças entre ele e Whitney e disse que mesmo assim ”tinhamos muitas coisas em comum: ambos crescemos dentro da igreja, em famílias com músicos”.

Kevin Costner recordou histórias de infância e falou sobre as encrencas em que se meteu ao brincar e passar bilhetes dentro da igreja, quando era mais novo.

“Uma lista com as maiores cantoras do século passado não teria sentido para mim, se o nome de Whitney não estivesse nele”, disse o astro de Hollywood.

Ao recordar a produção de “O Guarda-Costas”, o ator elogiou a performance da cantora, que atuava pela primeira vez em um filme, citando momentos engraçados quando a maquiagem de Houston derreteu em frente às luzes do estúdio e também o grande talento da artista: “Nós tinhamos muita sorte de tê-la conosco”, disse.

“Whitney, se você puder me ouvir agora, eu quero dizer que você não foi boa o bastante, você foi ótima. Muitos homens podiam fazer meu papel em ‘O Guarda-Costas’, mas você era a única que podia interpretar seu papel naquela época”, disse, emocionado, Kevin Costner.

“Quando cantar diante de Deus, Whitney, não se preocupe: você será boa o bastante”, concluiu Kevin Costner.

A cerimônia está sendo transmitida pela Associated Press.

Comentários

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5 Comentários

  1. Paulo Junior disse:

    No velório do meu sogro,uma presbitera da igreja que eu frequentava disse no discurso  que ele tinha “declarado”a Jesus e estava no céu,sem ao menos se certificar se isso realmente aconteceu ou não.Pura encenação pra fazer uma média com aqueles que estavam presentes.
    Moral da história:Nós,seres humanos temos a tendência de santificar e colocar as pessoas no céu quando morrem,independente do estilo de vida que esta pessoa teve ou crença que professava.
    Isso é deprimente e totalmente desonesto.

  2. Anônimo disse:

    Senhor Paulo Junior: O irmão ,se posso chamar de irmão,qdo somos convidados  falar em um funeral temos que ser equilibrados. O padre qdo fala ,ele ‘empurra’ 
    todos no céu , para ele a ‘igreja é quem salva’,se o morto é católico está salvo.Para os 
    protestantes (evangélicos),quem não é ‘crente’ está no sal e no inferno, de goela 
    abaixo e assim vamos “empurrando” alguns no céu e despejando outros no inferno. 
    O pregador sábio deve ter uma palavra de sabedoria nestas ocasiões. 
    Nem inferno e nem céu. Apenas cite as Escrituras e deixe os comentários para outra
    ocasião, evite ser mal entendido e até levar uma surra.
    ” Quem tem Jesus tem a vida eterna” (1 João) ,e pronto , sem comentários 
    tradicionalistas. Paulo Jr. há essa possibilidade de alguém está para fazer a travessia
    e fazer uma pequena oração: Jesus salva-me, foi o que o ladrão na cruz fez e Jesus
    confirmou aquela confissão antes de soar o gongo, dá para entender? O amor de Deus
    é coisa que nós não entendemos,é complicado e foge ao nosso entendimento. É bom
    irmão Paulo Jr. não complicar os fatos. Nem vc sabe se o seu sogro foi para o  inferno ou
    ou pro céu . Por ora fico com a palavra da presbítera, tá? então tá. Meu pai antes de
    morrer orou e confessou Jesus como Senhor e no dia seguinte ele morreu. Pra mim 
    ele foi para o paraíso e está com Jesus. O ladrão na cruz, não foi batizado,não 
    frequentou nenhum igreja, não dizimou e recebido no paraíso,Jesus confirmou,tá?
    tito from brasília. 

    • Paulo Junior disse:

      Aldo,a sua avaliação sobre o que deve ser dito num velório por um sacerdote é correta e concordo inteiramente:se vc não conhece a pessoa que morreu ou nunca conviveu com ela(que era o caso da oradora),simplesmente fique quieto e não fale nada sobre a questão do céu ou inferno.

      Mas não foi isso que aconteceu,como deixei bem claro no meu comentário.

      Com relação ao seu pai,como esta é uma questão intima e familiar,não tenho o direito e nem quero fazer juízo de valor sobre o destino dele,até porque devo respeitar a sua privacidade e não ser insensível a ponto de se intrometer na sua vida(como vc fez comigo)sem sua permissão.

      Eu só citei este exemplo familiar meu,pra colocar a questão,que ao meu ver é perturbadora,de colocar todos no céu quando morrem e nunca sequer cogitar que o contrário possa ter acontecido.

      Quero deixar bem claro,que não posso ter certeza se uma pessoa foi salva ou não,mas posso chegar próximo de uma realidade mais concreta sobre o destino eterno de um individuo,através da minha proximidade com ele e sendo conhecedor da sua vida intima,e também do que me relata as Escrituras sobre esta questão,como este versículo por exemplo:
      -Entrem pela porta estreita porque a porta larga e o caminho fácil levam para o inferno,e há muitas pessoas que andam por esse caminho.A porta estreita e o caminho difícil levam para a vida,e poucas pessoas encontram este caminho.(Mateus 7:13,14)Tá bom?Então tá.(desculpe a brincadeira final,mas não resisti!)

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