Flatulência pode ter ajudado na extinção dos dinossauros, diz estudo

Réplica de dinossauro feita pelo artista plástico Eduardo Srur, no lago do zoológico de SP
Réplica de dinossauro feita pelo artista plástico Eduardo Srur, no lago do zoológico de SP

Rodrigo Rocha, no F5

Os próprios répteis gigantes que dominaram a Terra milhões anos atrás podem ter sido parcialmente responsáveis por sua extinção.

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, o professor Graeme Ruxton da Universidade de Saint Andrews, na Escócia, afirma que a emissão de metano pelos dinossauros causou uma espécie de “efeito estufa” na época.

Os grandes herbívoros saurópodes teriam sido os principais culpados pela mudança, por conta das grandes quantidades de vegetação consumidas por eles.

Os pesquisadores calculam que os animais teriam produzido coletivamente mais de 520 milhões de toneladas de metano por ano, uma quantidade maior do que é produzida atualmente.

O metano é até 20 vezes mais eficaz em reter o calor na atmosfera do que o dióxido de carbono.

Acredita-se então que essa grande quantidade de gás liberada pelos animais pela flatulência possa ter mudado o clima do planeta e contribuído para a extinção dos dinossauros.

“Na verdade, nossos cálculos sugerem que estes dinossauros podem ter produzido mais metano do que todas as fontes modernas, naturais e humanas, juntas,” disse o professor David Wilkinson, co-autor da pesquisa.

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