Baratas não podem viver sem amigos, diz estudo

publicado originalmente no F5 UOL

Não é apenas o chinelo ou o inseticida que podem fazer mal às baratas, a solidão também não ajuda estes insetos a se desenvolverem.

Um estudo publicado pela revista “Insectes Sociaux” afirma que as baratas não gostam de ficar sozinhas e sofrem de problemas de saúde quando isso acontece.

A pesquisa ainda aponta que estes insetos são animais sociáveis e sofisticados, capazes de reconhecer membros de sua família e suas diferentes gerações.

Em grupo, elas formam sociedades igualitárias com uma estreita relação, baseadas em estruturas e regras, sendo capazes de tomar decisões coletivas para o bem de todas as baratas.

Apesar de existerem mais de quatro mil espécies de baratas catalogadas, apenas 25 são adapatadas para conviver com pessoas, como a barata alemã (Blattella germânica) e a barata americana (Periplaneta americana).

Uma doença que elas podem sofrer é a síndrome de isolamento. Segundo a pesquisa, baratas alemãs ou americanas que vivem isoladas demoram mais para crescer e tornar-se adultas.

Dessa forma, o estudo coloca as baratas como insetos sociais assim como os cupins, as abelhas e as formigas.

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