Bancada religiosa: a mais ausente, inexpressiva e processada

Joel Bento Carvalho, no Portal Luis Nassif

Fica difícil defender a chamada bancada dita Religiosa ou Evangélica. Pelo que se vê a locupletação é ampla, geral e irrestrita. Parecem ter percebido outro veio fácil de enriquecer além da religião.

Aliás, não tem nada de evangélica. Evangelizar é o ato de levar o evangelho às ovelhas perdidas, coisas que só as as igrejas seguidoras de Luthero fazem. Por que essas que são igrejas seculares não entram na política? Por que só alguns Padres, alguns militantes da Opus Dei e os Pastores das igrejas não alinhadas entram para a política?

Qualquer um pode se candidatar a cargos eletivos, mas sem usar a religião. Um religioso verdadeiro, mantém distância da Política: Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Se não for isso, é falcatrua usando a Religião ou será Deus um pulha também?

1) Da bancada “evangélica”, todos os deputados que a compõe respondem processos judiciais;

2) 95% da referida bancada estão entre os mais faltosos;

3) 87% da referida bancada estão entre os “mais inexpressivos” do DIAP;

4) Na última década não houve um só projeto de expressão, ou capaz de mudar a realidade do país, encabeçado por um parlamentar evangélico. Leia +.

dica do Fabio Martelozzo Mendes

no primeiro levantamento feito em abril, o jornalista Paulo Roberto Lopes citou que 57% dos deputados da bancada evangélica têm problemas com a Justiça. em relação à irrelevância, + difícil contestar… =/

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