Rio+20 debaterá alternativas sustentáveis ao sertanejo universitário

Rio+20 debaterá alternativas sustentáveis ao sertanejo universitário
Roberto Justus usará laquê orgânico durante a Rio+20

Publicado impagavelmente no the i-Piauí Herald

GAIA – Vestidos com camisas de garrafa PET e calças de tergal reciclado, setenta e oito palestrantes desembarcaram na Baía de Guanabara com a missão de debater alternativas sustentáveis para o sertanejo universitário. “Vim nadando de Angola depois que meu país foi invadido por hits do Bruno e Marrone”, desabafou o estudante de Letras Bundiba Batentê. Mais exaltados, alunos de desenho industrial da PUC-Rio traziam recomendações da ONU contra a trilha sonora da novela Avenida Brasil. “Não quero tchu, não quero tcha”, cantaram em uníssono.

Militantes do PV, presentes numa tenda ao lado, aderiram a causas mais expressivas. “Precisamos fixar metas para reduzir emissões de tolices ditas por Luciana Gimenez”, explicou o coordenador-geral Altamiro Diadorim, e completou: “Se não tomarmos medidas urgentes, a vida inteligente será extinta da TV brasileira antes do mico leão dourado”, profetizou.

Trajando coletes produzidos a partir de sementes orgânicas de mamona, ecologistas do Parque Laje traziam em mãos um abaixo-assinado, em papel de pão, objetando a redução dos índices que medem a inserção de botox em atrizes globais e a reciclagem de ex-BBBs. “Queremos um mundo melhor para nossos filhos”, disse Sting.

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