Carta de suicídio foi exercício de redação em escola britânica

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Crédito: Shutterstock.comO bilhete de despedida foi sugerido pela própria professora, e os alunos tinham que escrever como se tivessem uma doença terminal 

Publicado originalmente no Universia

O estudante inglês Wesley Walker, de apenas 14 anos, teve que escrever uma carta de suicídio em exercício de redação na Discovery Academy of Staffordshire. A mãe do adolescente leu a carta e achou que o garoto ia realmente se suicidar.
Este era o conteúdo da carta: “Querida mãe: escrevo para dizer adeus e agradecê-la por ter me dado vida. Não chore, eu não quero você triste, quero que você se lembre dos tempos divertidos e felizes. Sei que tenho causado sofrimentos, mas agora estou com a vovó e o vovô. Seja forte por mim. Com muito amor, Wesley.”

O que muitos diriam é que foi um exercício de mau gosto, no entanto, foi interpretado por Wesley como “um exercício normal, um ‘obrigado’ especial”.

Quem não achou nada normal, por outro lado, foi a mãe do garoto, Vicki Walker, a qual achou que o menino ia realmente se matar. Ela chegou a afirmar que pensou que chegaria no quarto e o encontraria enforcado.

O bilhete de despedida foi sugerido pela própria professora, e os alunos tinham que escrever como se tivessem uma doença terminal.

A mãe também se pronunciou indignada com o absurdo do exercício, “acho que as escolas não deveriam pedir para as crianças escrevem algo assim.”

A escola reconheceu o erro e se desculpou pelo mal entendido e pela atitude da professora que causaram tanto estresse.

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