Salve Jorge: Globo corta cena de estupro gravada por Carolina Dieckmann

publicado no MSN

Desde o lançamento de “Salve Jorge”, uma das cenas mais esperadas pela equipe e por parte dos telespectadores era o estupro de Jéssica (Carolina Dieckmann).

Considerada pela atriz uma das sequências mais fortes de sua carreira, o telespectador se decepcionou ao ver o resultado exibido no capítulo da última segunda-feira (6). A direção apenas deu a atender que a jovem foi violentada. Nada mais que isso foi mostrado.

Segundo o blog do jornalista Fernando Oliveira, a Globo cortou as fortes cenas para não chocar a audiência. Na cena gravada, toda a ação se passaria atrás de uma cortina. Nada seria exibido explicitamente.

Pelo Twitter, a autora Glória Perez confirmou o corte. Mas, negou que tenha sofrido censura por parte do direção do canal. “Bom senso”, ao ser questionada por um internauta.

No dia da gravação, a cena emocionou toda a equipe presente no estúdio. Para Carolina, a sequência foi a mais dramática de sua carreira. Ao Famosidadesa atriz contou que foi mais difícil gravar o estupro do que raspar a cabeça na antológica cena de “Laços de Família”.

Após a finalização, a atriz teve uma crise de choro de mais de 20 minutos por conta do abalo psicológico exigido pela personagem.

A jornalista Patrícia Kogut, do jornal “O Globo” criou polêmica ao publicar que a loira recorreu a uma dublê para filmar parte da cena. “A atriz substituta foi usada nos momentos de maior tensão da sequência, que terá ainda Adriano Garib, o Russo. Irritado com a rebeldia da vítima do tráfico de mulheres, o capanga de Lívia (Claudia Raia) partirá para a violência sexual. Abalada, Dieckmann precisou de meia hora para voltar ao trabalho e foi acalmada pelo elenco e pelos diretores.”

Pelo Twitter, Carolina desmentiu a informação. Ela afirmou ter usado dublê apenas na sequência em que sua personagem leva uma surra do cafetão. ‘Na cena do espancamento, a direção achou necessário usar dublê em alguns takes, e eu respeito muito o trabalho dos dublês. Na cena do estupro, o foco é a emoção, então não foi necessário usar dublê… simples assim.’

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a Globo corta toda uma sequência escrita e gravada pela equipe de Glória Perez. Em “América” (2005), a emissora vetou o beijo gay entre os personagens de Bruno Gagliasso e Erom Cordeiro que deveria ter sido exibido no último capítulo da obra.

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