11 desastres nas mídias sociais em 2012

Publicado originalmente no Adnews

Confira abaixo algumas ações e posturas corporativas nas mídias sociais compiladas pelo site Mashable que não merecem ser seguidas.

1. McDonald’s falha ao promover hashtags

Em janeiro, o Mcdonald’s tentou divulgar a marca e engajar os consumidores promovendo duas hashtags no Twitter Trends: #meetthefarmers e #mcdstories (algo como #conheçaosfazendeiros e #mcdonaldshistórias).

O tiro saiu pela culatra e a segunda hashtag virou a sensação de usuários que postavam histórias tenebrosas sobre a rede de fast food.

2. Snickers é investigada por pagar celebridades para tuitar

No começo do ano, a Snickers pagou diversas celebridades do Reino Unido para postarem fotos de si mesmas comendo as barras de chocolate.

O departamento de defesa do consumidor britânico alegou que a Snickers deveria explicitar que as fotos eram patrocinadas e investigou a marca.

3. NRA posta tuíte pró-armamento depois de tiroteio

Agendar posts em redes sociais é hábito comum em perfis corporativos. Porém, é também um risco já que o responsável pelo perfil nunca saberá qual o contexto que sua mensagem poderá ganhar. Um jornal ligado à Associação Nacional de Rifles (NRA na sigla em inglês) postou um desagradável tuíte em apoio às armas após o tiroteio no cinema em Aurora, Colorado.

A mensagem parece ter sido agendada na ferramenta Hootsuite, o que não justifica o “fail”. O tuíte foi excluído horas mais tarde, assim como a conta do jornal.

4. CelebBoutique também tira proveito de tragédia

A NRA não foi a única que fez um tuíte desagradável no dia do tiroteio. Sem ser dar conta do motivo de #Aurora estar nos Trending Topics do Microblog, a CelebBoutique aproveitou o momento e tuitou uma mensagem promocional sobre um vestido de mesmo nome. No mínimo insensível.

5. Chick-Fil-A critica casamento gay

Depois do fundador da empresa criticar o casamento gay, a página da Chick-Fil-A no Facebook foi tomada por mensagens que não tinham nada a ver com frango, principal produto da rede.

Para piorar a situação, a companhia foi acusada de criar uma conta falsa no Facebook para defender a empresa. A Chick-Fil-A negou as acusações.

6. Microsoft tuita acidentalmente 

Misturar conta pessoal com conta corporativa nunca é uma boa ideia para os analistas de mídias sociais. Ao que parece, algum colaborador da Microsoft se esqueceu disso e postou um comentário político na conta de uma das maiores empresas de tecnologia do mundo.  A mensagem era uma crítica à Ann Coulter, uma jornalista norte-americana conservadora.

7. KitchenAid posta tuíte anti-Obama

A KitchenAid, grife de eletrodomésticos e utensílios para cozinha, fez um comentário maldoso depois que Barack Obama mencionou sua avó durante um debate presidencial em outubro. O tuíte foi excluído logo depois e um pedido de desculpas publicado no lugar.

“Até a avó de Obama sabia que seria ruim! Ela morreu três dias antes de ele se tornar presidente. #nbcpolitics”, dizia o tuíte.

8. StubHub critica a si mesma e com palavrão

“Alguém” da StubHub comemorou a sexta-feira de maneira diferente. A empresa que vende ingressos foi duramente criticada num tuíte por… ela mesma (?). A empresa se desculpou logo depois pela mensagem e não deixou claro se a conta foi hackeada ou se algum empregado deu a mancada.

9. American Apparel aproveita furacão Sandy para fazer promoção

Pense duas vezes antes de usar um desastre natural para fazer promoções. A American Apparel ofereceu 20% de desconto para quem fosse dos estados afetados pelo furacão Sandy. Os consumidores não perdoaram e criticaram duramente a empresa nas redes sociais.

10. Gap enfurece vítimas de furacão

American Apparel não foi a única a “usar” o furacão Sandy para promover a marca. The Gap tentou encorajar os atingidos pela tragédia a fazerem compras online. Depois do “fail”, a empresa excluiu o tuíte e ofereceu um pedido de desculpas.

11. Meio milhão tentam expulsar Donald Trump da Macy’s

Depois que o magnata Donald Trump ofereceu US$ 5 milhões para doação caso o presidente Obama tornasse público seus registros de faculdade e passaporte, mais de meio milhão de pessoas assinaram uma petição online pedindo para a cadeia de lojas norte-americana tirasse Trump do cargo de porta-voz da rede. O Facebook da marca e o Twitter foram bombardeados com comentários anti-Trump.

Com informações do Mashable.

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