Rob Bell: ‘É incompreensível um cristão que não considera a salvação universal como a melhor história’

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Rob Bell: O pastor que enfureceu a igreja ao questionar alguns dogmas – e arrastar multidões de jovens para seus sermões – diz que o cristianismo atualmente passa por uma revolução.

Clique aqui para baixar o pdf e ler a entrevista feita por André Petry para a Veja e aqui para ler o trecho inicial de O amor vence, publicado no Brasil pela Sextante.

foto: Facebook

Comentários

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6 Comentários

  1. Moises Lourenco Gomes disse:

    As considerações de Rob Bell… Parece-me que ele fala de um inferno que não é moral.

    Que é uma realidade de convívio humano, onde “inferno”, afeta o homem bom e o homem mal. Para citar o exemplo da revista, o caso dos que vivem na miséria.

    Outrora, me parece que ele fala de um inferno ou céu como estado existencial-individual.

    Onde Hitler, para citar o exemplo da revista, “decidiu ser inferno”.

    O legal é que ele se assumiu especulador. Que é estatura intelectual mais coerente nesses casos.

  2. Rodrigo disse:

    Pois Deus colocou todos sob a desobediência, para exercer misericórdia para com todos.
    Romanos 11:32 #visceral

  3. Moises Lourenco Gomes disse:

    Gosto muito do louco do saco da
    bíblia, o João Batista. Vivia gritando por aí. “Quebrando as pernas” de quem se
    achava merecedor da salvação, dizendo “Abraão é o nosso Pai”. Ele ficava tão
    irritado que dizia que as pedras poderiam ser mais interessantes a Deus.

    João, de bate-pronto, dizia o
    seguinte, “que quem tem duas túnicas, dê uma a quem não tem nenhuma; e quem tem
    comida, faça o mesmo”, caso contrário “o machado estaria posto a raiz das
    árvores, e toda aquela que não desse bom fruto, seria cortada e lançada ao fogo.”.

    Parece-me que não se trata de uma
    questão de lista a ser cumprida, muito menos, uma linha filosófica/teológica
    que se flerte. Muito menos crer que o amor vence no final, supondo que quem não
    divide suas túnicas, também será agraciado no final.

    O amor vence no final, porque só
    o amor é a vereda divina desde o seu início. Não se trata de um ajuste (correção
    de personalidade no “julgamento final”) no “final do ano”. O amor nunca deixou
    de ser o genótipo de Deus no Homem, então, o que está mudando é apenas o
    fenótipo que tateia um Deus amoroso e que quer fazer correções humanas no final.

    Como acredito que dividir a
    túnica não é uma ação, e sim um modo de viver, acredito que esta seja a beleza
    do Evangelho, de nos deixar claro que o amor não nos pegará de surpresa no
    final, o amor nos molda hoje, a quem possa interessar, a cada dia, e a cada dia
    nos deixa mais parecido com Cristo, até o dia de nos tornamos um. Ficarão de
    fora, as correntes, as religiões, os credos, as liturgias, a nossa natureza vil
    e aqueles que o louco do saco citou. Todos a mercê do machado.

    Não nos esqueçamos dos ladrões da
    cruz. Um, conheceu um lugar, outro, conheceu um acontecimento.

    Esta é a minha interpretação.

  4. Rogério Tenório disse:

    Creio que Deus quer perdoar à todos, mas nem todos querem ser perdoados. Creio que Deus quer salvar à todos, mas nem todos querem ser salvos. Creio que Deus ama à todos, mas nem todos querem ser amados.

    Pra esses, o céu é o inferno, e o inferno é o céu

  5. Terra de Cristo disse:

    Chega a ser engraçado! “Ninguém sabe o que acontece quando morremos. Não tem fotografia, não tem vídeo” Com um texto confuso, sem nenhum conteúdo bíblico coerente e integralizado… simplesmente, é um oportunista da bagunça mental dos crentes sem comunhão e discipulado de Jesus… um fazedor de média com os que se consideram acima do “credo ut intelligam” (creio para entender), dos que acham o evangelho puro e simples loucura!

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