É assim que as pessoas dirigem quando estão muito chapadas

chapada

Leonardo Contesini, no Jalopnik

Dirigir sob o efeito de substâncias psicoativas sempre foi contra a lei, mas somente no começo do ano os agentes fiscalizadores puderam passar a usar sinais visuais como prova do uso destas substâncias. Acontece que as drogas têm efeitos variados em cada organismo, e por isso o diagnóstico pode ser traiçoeiro. Como descobrir, então?

Não é preciso ser um especialista para reconhecer um motorista bêbado pois há vários sintomas típicos de embriaguez, mas as drogas têm efeitos diversos e nem mesmo testes de coordenação e equilíbrio podem ser suficientes para flagrar um motorista doidão.

Um canal de TV americano reuniu três voluntários para um teste de direção orientado pela polícia local. Os voluntários fumaram maconha em quantidades superiores à permitida pelas leis do Estado (para fins medicinais) e foram ao pátio de testes, orientados por um instrutor de direção. O resultado não foi tão ruim como se esperava.

Inicialmente todos eles saíram-se muito bem. Naturalmente, à medida em que a quantidade de maconha administrada aumentava, eles começaram a fazer aquilo que vimos Cheech e Chong fazendo nos filmes: dirigir devagar, girar o volante bruscamente, e gargalhar como uma criança no fliperama.

E as outras dorgas, manolo? Bem, temos um exemplo não muito científico, mas que serve para ilustrar:

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