O gigante acordou: Latino ameaça compor música-tema para a reforma política brasileira

latino

Via You Pix

Olha lá o que aconteceu: depois de uma semana turbulenta de protestos, violência, balas de borracha e depredação, Latino saiu de seu silêncio e resolveu botar ordem na casa. E como? Da forma que ele sabe melhor: fazendo uma música a respeito. É sério e temos como provar:

latino-musica-protesto

Mas calma! Ele já avisou ali em cima que esta música não será versão de música alguma (viu!!!), ele mesmo vai compor no fim de semana (MEDO). E ainda avisou que é uma canção “sem compromisso”, bem como dizem os artistas mambembes quando te oferecem pra olhar uma pulseirinha de durepox. Ou seja, você não precisa se envolver com o movimento do “L”. Ninguém vai te julgar se você não se manifestar a favor dessa causa, prometemos.

O cantor foi rápido em cumprir sua promessa. Aqui está a canção de protesto: http://www.kboing.com.br/latino/1-1154630/

Atualização: a música divulgada pelo cantor já havia sido lançada em 2012 como tema para a Copa de 2014, no DVD “Live in Copacabana”. Informação do G1

Comentários

Este QR-Code permite acessar o artigo pelo celular. QR Code for O gigante acordou: Latino ameaça compor música-tema para a reforma política brasileira

2 Comentários

  1. Hélio Corrêa disse:

    Considerando essa “coisa” que se acha cantor, estamos REALMENTE diante de uma séria ameaça; por caridade, corremos um seríssimo risco de termos mais lixo vindo por aí… PAREM JÁ COM AS MANIFESTAÇÕES, senão…. o sujeito vai fazer uma “música”.

  2. Carlos Wagner disse:

    Uma idéia que tive para a reforma política do Congresso, graças ao surgimento da tecnologia da internet e dos cartões chipados e/ou sensores biométricos:
    O Congresso precisa continuar existindo, claro, pois são necessárias pessoas tecnicamente capacitadas para a elaboração de leis. Mas parte de seu poder seria transferido para o povo.
    O Congresso permaneceria com os deputados criando projetos para serem votados. Mas, na hora de votar, não seriam eles que votariam e sim nós, o povo, através da internet. Seriam espécies de mini-plebiscitos diários ou semanais.
    Imaginem os congressistas apresentando para o povo, para cada projeto, umas dez linhas explicando do que se trata o projeto em questão, mais dez linhas a favor do projeto e dez linhas contra (estas últimas elaboradas pelos congressistas contrários ao texto a ser votado). Tudo propagado com antecedência na grande mídia e Diário Oficial.
    Aí, nós o povo, votaríamos, nas datas e horas estipuladas, voluntariamente, com um cartão chipado USB, sensor biométrico, celular cadastrado etc, afastando fraudes. As pessoas mais simples, sem internet, poderiam votar nas prefeituras, escolas ou delegacias. Pronto. Caso os congressistas recebecem um certo número mínimo de votos (por exemplo…50 mil), a lei seria aprovada ou rejeitada. Caso o número mínimo não fosse atingido (por exemplo, em projetos muito técnicos, sem interesses das grandes massas), aí sim os próprios deputados votariam.
    Seria algo inédito no mundo. Uma Democracia Representativa Direta, pelo povo e para o povo. Os congressistas não seriam os donos do poder e sim representantes autênticos e contribuintes do poder popular.
    Talvez fossem necessárias alterações na Constituição. Mas é uma idéia.

Deixe o seu comentário