Hipsters barbudos preocupam fabricantes de lâminas de barbear

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Publicado no Radar Econômico 

Difícil entender o que define alguém como hipster – e nem é a pretensão deste Radar Econômico. Mas, de acordo com matéria da Bloomberg, é a recusa dos hipsters em fazer a barba uma das importantes preocupações dos fabricantes de lâminas de barbear.

Nesta semana, a Procter & Gamble, fabricante da linha de produtos da Gillete, admitiu queda nas suas vendas em países mais ricos – embora não tenha aberto esses números negativos. E a Energizer, produtora dos barbeadores Schick, divulgou queda de 10% nas vendas de lâminas para os homens.

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Sim, a situação econômica não é das melhores nem na Europa nem nos Estados Unidos – e faz tempo. Portanto, o dado pode refletir um aperto nas compras. Momentos de baixa no consumo implicam esfriamento nas vendas de cosméticos e outros itens de cuidados com a beleza.

A empresa de inteligência de mercado Euromonitor, porém, analisa o caso por outro aspecto. “Cresceu a aceitação das pessoas à barba por fazer no mercado de trabalho”, diz. Ou seja, com crise econômica ou não, a culpa é dos barbudos mesmo.

Mas seria muito injusto deixar tudo nas costas dos homens. Campanhas lideradas por mulheres como “Faça amor, não faça a barba” no Brasil, por exemplo, são um baita incentivo aos homens para deixar para lá os barbeadores. A página do grupo no Facebookjá tem mais de 269 mil curtidas.

Bem, quando as coisas vão mal em qualquer mercado nos últimos anos, uma saída tem sido correr para a próspera China. No entanto, como lembra o Euromonitor, não parece bom negócio desafogar os estoques de lâminas por lá. Afinal, sejamos francos: os chineses não são os homens mais barbudos do mundo.

 

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