Dizer “eu te amo” não é a chave para um relacionamento longo

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Carol Castro, no Ciência Maluca

Desculpe despedaçar seu coração romântico. Mas parece que essa ideia de declarar amor eterno é papo furado, coisa de filmes e livros fofos. Um relacionamento longo não se sustenta só na base do “eu te amo”: depende mais do comprometimento do casal e da parceria durante os momentos difíceis.

Foi o que perceberam alguns pesquisadores, depois de acompanhar a vida de 172 casais ao longo dos 11 anos primeiros de casados. O número de brigas e desentendimentos ou quantas vezes por dia eles diziam “eu te amo” não tinha nenhuma relação com a duração do relacionamento. O fator mais importante era o comprometimento. Ou seja, quão interessados se sentiam em seguir com o relacionamento – e o que faziam para mantê-lo vivo. Só assim eram capazes de perdoar os deslizes do parceiro, ao invés de somar fatores à lista de reclamações, e superar juntos os momentos difíceis.

É por isso que os casais mais felizes carregavam um espírito de equipe. Pareciam mais dispostos do que os outros a fazer sacrifícios pessoais para deixar o relacionamento mais saudável. E, como um time, se entendiam bem em relação ao sexo. Isso não significa que os casais mais felizes transavam todo dia ou cinco vezes por semana. Na verdade, o que importava era se os dois concordavam com a quantidade de sexo que faziam – mesmo se fosse só uma vez por mês.

E aí, concorda com a pesquisa?

(Via DailyMail)

dica do Walter Cruz

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