the piauí Herald lança biografias autorizadas de Paula Lavigne e Marco Feliciano

Foto do belíssimo feto de Paula Lavigne

Foto do belíssimo feto de Paula Lavigne

Publicado impagavelmente na the piauí Herald

A piauí_86, que já está nas bancas, traz uma seleção de biografias autorizadas para presentear seu amigo oculto no Natal. Num furo jornalístico sem precedentes, o blog the piauí Herald conseguiu acesso a alguns títulos.

Paula Lavigne: Uma Produtora

Autora: Paula Lavigne
Editora: Procure Ler
Número de páginas: 3.700
Preço: R$ 800, em quatro cotas de R$ 200

Tão precoce quanto obstinada, Paula Lavigne já batalhava pela celeridade dos processos de criação antes mesmo de nascer. Com chutes ritmados na barriga da mãe, comunicou, com clareza, que viria ao mundo, de parto normal, no dia 31 de março de 1969. Ao deixar o útero materno convocou sua assessoria de imprensa e ordenou que vazassem o seu teste do pezinho para Joyce Pascowitch. Horas depois, cedeu os direitos de seu primeiro choro a Pedro Almodóvar, que o transformou no pungente e já clássico Niña al Borde de un Ataque de Nervios.

Diferentemente das outras crianças que ingressam no simbólico balbuciando vocábulos pouco elaborados como mamã e papá, a pequena Lavigne ousou. Ainda não havia completado 1 ano quando pronunciou sua primeira palavra: “empreendedorismo”. Consta que suas tias acorreram ao dicionário para entender o significado e a beleza daquele momento.

Relatos autorizados revelam que, ao completar 2 anos, Lavigne já era uma mulher preparada para a vida. Representante de classe na creche, dava ordens, organizava a distribuição da mamadeira e a fila do xixi. Implantou o sistema de licitação do estoque de fraldas e foi responsável pela criação do rodízio de Danoninho, o que a transformou em ídolo dos coleguinhas.

Seu desempenho escolar foi responsável por elevar o IDH do Rio de Janeiro. Hoje é fácil reconhecer que ela foi a grande precursora do festejado padrão Fifa. O que poucos sabem é que também foi ela quem introduziu no Brasil o conceito de “economia criativa”.

Na tenra adolescência, quando os atrativos da existência conduzem muitos jovens por perigosos labirintos, Lavigne mostrou mais uma vez sua maturidade. Pediu Caetano Veloso em casamento e o obrigou a aceitar, pelo bem dele. Provou que mesmo as mentes mais criativas e as vocações mais libertárias só tendem a ganhar quando entram em contato com as regras básicas do empreendedorismo de resultado.

Mas, ao contrário do que espíritos maledicentes e mesquinhos propagam aos quatro ventos, Lavigne nunca se deixou deslumbrar pelo brilho passageiro do showbiz. É dela, e não de Caetano, a letra da canção Beleza Pura. Assim como é a ela, e não a Sônia Braga, conforme sustentam os exploradores de informações não autorizadas, que o marido dedicou Tigresa.

Dilma, Margaret Thatcher, Leila Diniz, Capitu, Joana D’Arc e Irmã Dulce – em todas essas mulheres é possível encontrar aspectos dessa personalidade complexa, plural e santa, que estará sempre à frente de seu tempo. Antena da raça, Tom Jobim foi o primeiro a pôr o dedo na ferida quando descreveu Paula como “uma espécie de Nelson Motta de país desenvolvido”.

Marco Feliciano: Um Homem Iluminado

Tocado por Deus, Marco Feliciano teve suas madeixas alisadas pelo Arcanjo Gabriel ainda na manjedoura. Lúcido defensor dos hábitos e costumes que fizeram da Idade Média o período de ouro da humanidade, Feliciano não cede aos apelos hipócritas dos defensores dos direitos humanos quando preside a Comissão dos Diretos Humanos da Câmara.

 

Leia todas a coleção de biografias autorizadas na piauí_86, que já está nas bancas. 

Dos Pampas à Bossa Nova – As Aventuras de Getúlio Vargas

Adjacências de Djavan

O Cavalariço Ilustrado – Vida e Obra de João Baptista de Figueiredo

Raul Seixas: Um Cristão

A Sustentável Leveza de Luciano Huck

Marin, Marin – Uma Certa Magia

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