‘Tentei suicídio, mas Deus não permitiu’, diz goleiro Bruno a revista

foto: Alex de Jesus/ O Tempo/ AE

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Publicado no UOL

O goleiro Bruno Fernandes admitiu que tentou se matar na cadeia de Contagem, em Minas Gerais, onde cumpre pena de 22 anos pelo assassinato da modelo Eliza Samúdio. “Amarrei o lençol na ventana, que é alta, coloquei no pescoço e saltei”, disse o goleiro em entrevista à revista Placar.

“Mas a corda arrebentou e eu caí no chão. Foi Deus que não permitiu que eu me matasse”, detalhou o goleiro. Na entrevista, ele afirmou desejar voltar ao futebol.

No mês passado, ele assinou contrato com o clube Montes Claros, também de Minas, mas seus advogados ainda tentam conseguir uma liberação da Justiça para ele atuar.

Para voltar a jogar, ele teria que pedir para cumprir sua pena em regime semi-aberto, ou seja, quando o preso pode sair da cadeia para trabalhar.

Atualmente, o atleta está em regime fechado, quando não pode sair da penitenciária para nada.

Na entrevista à Placar, o jogador afirmou que sua vida na cadeia é difícil e que ele “paga um preço alto pela fama”.

Outro ponto tocado pelo jogador é sua situação financeira. Depois de ter convivido por anos com um alto padrão salarial, ele diz agora que terá viver com pouco dinheiro. Mas agora, de acordo com ele, sua conta bancária não vai lhe permitir ter uma vida confortável quando sair da prisão.

“Sobrou muito pouco do meu dinheiro”, disse ele, que também deu detalhes sobre seu cotidiano na prisão. “Já costurei bola aqui dentro. Tem muito jogador que gosta de colocar a culpa na bola. Mas agora eu conheço cada ponto da bola. Sei quando o cara está dando migué.”

A entrevista será publicada na próxima edição da Placar, que começa a circular em São Paulo e no Rio na terça-feira.

Comentários

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2 Comentários

  1. cleber luiz da cunha disse:

    Este cara tem que apodrecer na cadeia. Tinha que ter pena de morte pra estes vagabundos.

  2. Didilleite disse:

    O seu suicídio (ou morte) começou quando você preferiu economizar uma mísera pensão para uma criança e foi pra cima da mãe dela. Aí é que foi seu erro. Agora não adianta chorar o leite derramado. É dar tempo ao tempo, e vê o que sobrará de todo esse rolo.

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