Quantas vezes eu devo tentar o sucesso antes de desistir definitivamente? Stallone tentou 1,5 mil

Publicado no Estadão

Começar uma empresa, buscar o sucesso…fracassar! Essa rotina é mais comum do que parece. No Brasil e no mundo. Por isso, muitas pessoas envolvidas com pequenos negócios perguntam: quantas vezes eu devo tentar antes de desistir?

Infelizmente, não há uma resposta precisa. Segundo especialistas, o sucesso de um empreendimento depende de uma série de fatores. E o pior: não necessariamente uma proposta boa vai dar certo. Mas persistência parece ser o caminho para quem pretende chegar lá.

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E isso fica claro em recente levantamento feito pelo blog Funders e Founders, iniciativa norte-americana que pretende abordar o universo do empreendedorismo e das startups de maneira visual. De uma maneira muito simples, o blog listou as tentativas e erros de diversas pessoas em suas cruzadas rumo ao sucesso.

Sylvester Stallone, por exemplo, foi rejeitado 1,5 mil vezes quando tentou vender ao mercado o roteiro do filme Rocky, que seria um dos maiores sucessos de todos os tempos. Para ficar no empreendedorismo, o post cita também que o Coronel Sanders, que havia acabado de inaugurar o KFC, foi rejeitado mil vezes quando tentou vender sua receita de frango frito – famosa no mundo inteiro, menos no Brasil, onde o negócio não deu certo.

Já Thomas Edison criou 10 mil protótipos diferentes antes de inventar a lâmpada elétrica. Clique na imagem para conferir o infográfico (em inglês)

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Comentários

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1 Comentário

  1. Didilleite disse:

    É preciso mais que paciência para se atingir o sucesso. É preciso ânimo para erguer-se do desânimo que se instala a cada vez que se tenta, e como resposta tem-se um não ou a porta fechada na cara. A frustração é tão grande, que a gente começa a desacreditar naquilo que se propõe a mostrar. E a pergunta nos assalta:
    – será que meu trabalho presta mesmo? Será que eu não passo de mais um sem talento? Mas, logo em seguida vem um pequeno um desejo no coração de continuar. Pensamos que não podemos entregar o jogo no primeiro tempo. Jogar a toalha por causa de um não ou uma resposta que nunca vem. Uma força interior nos impulsiona a tentar, tentar e tentar. Quem sabe um dia por descuido ou poesia alguém nos dê ouvidos? Gosto de pensar naquele verso de uma música do Raul Seixas: Tente outra vez!

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