Furacões com nomes femininos matam mais #apontaestudo

publicado no Vi na Internet

Daniel é mais assustador do que Daniela? Parece que sim, ao menos quando estamos falando de furacões. Um estudo publicado pela Academia Nacional de Ciências dos EUA mostra que furacões com nomes femininos soam mais inofensivos aos ouvidos do público. Como resultado, esses fenômenos naturais são mais mortíferos quando batizados com nomes femininos, segundo o site Mashable.

O sistema para batizar furacões e fenômenos similares alterna nomes masculinos e femininos, com os nomes femininos iniciando a lista em anos ímapres (portanto, em 2014, o nome iniciado por A é masculino). O estudo detectou um problema com essa nomenclatura usada para batizar os furacões: mulheres são menos associadas a atitudes negativas como violência e destruição.

Qual o resultado disso? Quando o furacão é batizado com o nome de um homem, as populações das áreas atingidas tendem a tomar mais precauções ou mesmo evacuar as regiões por onde o furacão passa. Já quando o nome do furacão é feminino, as pessoas tendem a ficar, pois supõem que o fenômeno vai ser menos intenso. Ou seja, atitudes baseadas em visões sobre gêneros. Não faz sentido, né? (dica do Fernando Santos)

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