Ministério da Saúde lança guia com as 10 regras da alimentação saudável

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Publicado no Extra

Com o objetivo de combater a obesidade e o avanço das doenças crônicas no Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira, o novo Guia Alimentar para a População Brasileira. A publicação aponta caminhos para se alcançar uma dieta saudável: deve-se priorizar alimentos frescos e minimamente processados, além de limitar o consumo dos processados e evitar os ultraprocessados.

De acordo com o texto, alimentos processados devem ser utilizados, preferencialmente, apenas como ingredientes ou parte de refeições.

— Ao longo dos anos, o consumo regular de industrializados pode levar a doenças como diabetes e hipertensão — alerta o nutricionista esportivo e funcional Rafael Góes.

O guia não traz recomendações de porções a serem ingeridas. Em vez disso, incentiva a adoção de comportamentos saudáveis relacionados à alimentação, como envolver a família e os amigos no preparo da comida.

— Cozinhar trabalha o paladar e o tato. O compartilhamento das habilidades culinárias favorece a adesão à dieta equilibrada — completa.
O Ministério da Saúde ressalta que o guia não proíbe o consumo de qualquer alimento e busca apenas indicar o que deve ser priorizado.

— O segredo da saúde e, consequentemente, da estética, é o equilíbrio — diz Góes, lembrando que moderação é a palavra de ordem.
Sessenta mil cópias do guia alimentar serão entregues em unidades de saúde e escolas. Será disponibilizada ainda uma versão para download no site do ministério.

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CONHEÇA A CLASSIFICAÇÃO DOS ALIMENTOS
– Alimentos in natura: são partes de plantas ou de animais, como carnes, verduras, frutas e legumes.
– Processamento mínimo: alimentos minimamente processados passam apenas por processos como limpeza, moagem e pasteurização, que não agregam substâncias. Exemplos: arroz, feijão, lentilhas, cogumelos, farinha de mandioca e massas frescas.
– Alimentos processados: recebem adição de sal ou açúcar para se tornarem mais duráveis e atraentes, como conservas em salmoura, compotas de frutas, carnes salgadas e defumadas, queijos, sardinha e atum em lata e pães.
– Alimentos ultraprocessados: contêm pouco ou nenhum alimento inteiro e muitos aditivos, como corantes e conservantes. Exemplos: salsicha, biscoitos, sorvete, molhos prontos, misturas para bolo, macarrão instantâneo, refrigerantes e congelados.

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