Amizades começam melhor com um sorriso, diz pesquisa

Estudo diz que ter conhecimento das emoções positivas dos outros pode ajudar a formar e manter relacionamentos

foto: Thinkstock

foto: Thinkstock

Publicado no iG

Se você deseja iniciar uma nova relação, simplesmente sorria. Pelo menos é o que sugere um estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. A pesquisa concluiu que as pessoas são muito mais conectadas com as emoções positivas do que com as negativas na formação de novas relações. O sorriso, que tem a função de externar os bons sentimentos, serve como gatilho de novas amizades.

A equipe da pesquisadora Belinda Campos realizou dois estudos para testar o papel que as emoções positivas têm nos relacionamentos. O primeiro estudo testou o quão conscientes 66 casais de namorados eram das emoções positivas de seus parceiros. O teste ocorreu enquanto os casais discutiam e mostrou que, mesmo nestas situações, os casais foram capazes de acompanhar precisamente as emoções positivas dos companheiros.

O segundo experimento foi feito com 91 mulheres solteiras. Elas assistiram a seis vídeos emocionantes na companhia de um estranho e se sentiram mais próximas dos que exibiram emoções positivas. Os resultados mostraram que as pessoas estão muito mais conscientes das emoções positivas dos outros do que das negativas.

“Além disso, quando se encontram em situações em que novos relacionamentos podem ser formados, os seres humanos entram em sintonia com o positivo quase instintivamente”, explica Belinda.

A pesquisadora conta que na maioria das vezes as pessoas expõem suas emoções positivas com o chamado “sorriso Duchenne”. Este sorriso envolve o movimento simultâneo de dois músculos faciais ao redor dos olhos e bochechas, e é produzido principalmente quando as pessoas estão verdadeiramente felizes. Ele é visto como um sinal de confiança e companheirismo, ajudando assim a fortalecer os laços sociais.

Comentários

Este QR-Code permite acessar o artigo pelo celular. QR Code for Amizades começam melhor com um sorriso, diz pesquisa

Deixe o seu comentário