Depois de sancionar Dia do Milho, Dilma saúda a mandioca

Dilma, a bola e os índios (foto: Roberto Stuckert Filho/PR/PR)

Dilma, a bola e os índios (foto: Roberto Stuckert Filho/PR/PR)

Publicado na Veja on-line

Em um discurso durante a cerimônia de lançamento dos Primeiros Jogos Mundiais dos Povos Indígenas nesta terça-feira, a presidente Dilma Rousseff divertiu a plateia com seus improvisos.

Cinco meses depois de sancionar o Dia do Milho, Dilma aproveitou para saudar a mandioca. “Nós temos a mandioca e estamos comungando a mandioca com o milho. Estou saudando a mandioca. Uma das maiores conquistas do Brasil”, afirmou a presidente, filosofando acerca de um dos principais alimentos indígenas, depois de lembrar que “nenhuma civilização nasceu sem ter acesso a uma forma básica de alimentação”. “E aqui nós temos uma, como também os índios e indígenas americanos têm a deles”.

Na sequência, Dilma falou sobre uma bola que segurava ao longo do discurso, um presente que recebeu antes do evento. “Aqui tem uma bola que eu passei o tempo inteiro testando e que vai durar o tempo que for necessário. Ela vem de longe, da Nova Zelândia. Essa bola é um exemplo, extremamente leve. Eu testei, fiz embaixadinha”, afirmou a presidente. “A importância da bola é justamente o símbolo da capacidade que nos distingue como ‘nós somos do gênero humano, da espécie sapiens'”, prosseguiu.

Enquanto tratava da importância de celebrar o esporte – uma atividade que tem “um fim em si”, segundo a petista – Dilma emendou: “Para mim essa bola é um símbolo da nossa evolução. Quando nós criamos uma bola, nós nós transformamos em homo sapiens, ou mulheres sapiens”.

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