Pastores criticam atuação da bancada evangélica

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“Eles estão confundindo a Bíblia com Game of Thrones, Jesus com Darth Vader”, afirma Carlos Bezerra Jr. , deputado estadual (PSDB-SP) e pastor da igreja Comunidade da Graça. Em depoimento à #tvCarta, ele e outros pastores repudiaram a atuação dos evangélicos em Brasília.

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1 Comentário

  1. Mclorann disse:

    Desejo comentar sobre o vídeo:Pastores criticam atuação da bancada evangélica-TV Carta.
    Penso que um parlamentar pode cometer erros ao juntar liturgias e dogmas, costumes religiosos ou de segmentos sejam quais forem: budistas, religiosos do oriente, da Ásia em geral, ateus, etc..
    Qualquer religião é anti república.Segmentos unilaterais também não podem ser colocados em reuniões parlamentares públicas como ateísmo e qualquer segmento que termine com o sufixo “ismo”, “ano”, “eta”, etc..Porque a república não é privada, é oposta a isto.O privado deixa de existir quando a necessidade do público está sendo o principal vínculo entre um ser humano que representa ou media argumentos em prol do outro ser humano que não pode ser enxergado e definido por sua forma, por seu estereótipo, crença, porque são representados por uma nação-Brasil.Esta representação Brasil, não tem crenças.É movida pela união das Ciências das quais cada ministro representa, como representam Sua Excelência Sr.Dr. Juca Ferreira-Ministério da Cultura e o Excelentíssimo Sr.Dr. Arthur Chioro Ministro da Saúde.
    Um dos problemas que observamos na religiosidade é sua negação em público quando é contra a razão e o senso universal.
    É o que centenas de parlamentares fazem ao usarem um local acertadamente e consensualmente universal e público esteriotipando-se, quebrando o único vínculo possível ao qual foram instituídos por boa fé de representarem o universal e não o privado, o curral ao nominarem-se longe do senso comum unilateralmente ao invés de taxarem-se de humanos, preferem ser vistos como poderes sobrenaturais, antagônicos separatistas, quando o que um eleitor precisa é de um ser essencialmente humano, nada mais.Outro exemplo de problemas ocasionados pela crença unida ao parlamentarismo, ao que é público: uma virtude colocada a todos por um meio de comunicação com frases exclamativas como por exemplo: “_Se Deus quiser!” Não é essencialmente pertencente ao momento pessoal de um telespectador que visualiza o aparelho televisor, ou ao momento de um participante de uma reunião presencial porque este participante está preocupado com o que é público e não no que é privado, as crenças, o credo… Este parlamentar causará repúdio e inaceitação.O privado virtuoso só pode ser colocado na perspectiva de um testemunho acontecido fora das Instituições governamentais e de uma reunião colocada publicamente pela mídia, como por exemplo, homenageando por suas virtudes, por suas condutas de caridade e auxílio levando como causa os pensamentos do homenagiado.É compreensível que um parlamenar só pode ser virtuoso fora das reuniões públicas.Um religioso por exemplo, negará sua crença, seja qual for, quando manusear o consensual assunto público.Pois o que é público é público, é maior, acertado, repensado, forjado pela forma dos sofrimentos alheios, pelas experiências da vida por milhares de anos e, por isso, negar este aspecto é a maior das brutalidades da consciência da mente deste homem.Seja ateu, seja espírita, seja cristão,etc..O parlamentarismo e o exercício de um cargo público parlamentar não pode ser religioso enquanto a pauta ou o assunto não for estritamente religiosa, i.é., enquanto não for necessário as soluções de um conhecimento religioso para um problema religioso, para o que é religioso-ou seja, enquanto isso, não caberá em hipótese alguma qualquer alusão ao segmento ou religião de um grupo de parlamentares ou de um parlamentar.
    Lembrando que, para um cristão necessário se faz ter ciência para uma fé segundo o Apóstolo São Paulo.Sem ciência não há bem nem mal, não há mais nada que possa ser debatido ou falado.Segundo os escritos do Santo Livro Genesis foi a partir da Árvore da Ciência do Bem e do Mal que Deus criou no Jardim do Éden que o homem resolve seus problemas.Assim observadamente um parlamentar deve ser instruído e apresentar conhecimentos científicos, falar corretamente e, se possível, estudar as ciências do assunto ao qual irá tratar previamente, como por exemplo, se o parlamentar for participar de um assunto em busca de soluções para os conflitos em determinados segmentos e níveis da sociedade para impedir o aumento da violência praticada por adolescentes, etc..Será necessário estudar as ciências correspondentes aos assuntos.É gritante não mediar o que é público pela ciência, i.é, algo unânime e compreensível como uma convenção mundial, como os números arábicos por exemplo, mediadores para cálculos em qualquer país.Dessa forma a ciência deve ser usada para mediar um ser humano nos meios de comunicação para explicar, ensinar, instruir e principalmente auxiliar de forma democrática e pública no Brasil.Doutra maneira podemos imaginar um budista impondo sua visão, ou um ateu ou outro parlamentar impondo seu conhecimento religioso ou separatista, ou sectarista, ou alguém da região palestina-como ficarão as diferenças?É possível existir unanimidade? Um vínculo compreensivo?O Direito, por exemplo, assunto muito tratado na política brasileira não deve ser baseado em uma visão religiosa e sobrenatural, mas ética, psicológica e filosófica, pois todas estas ciências são vinculadoras há décadas.Um parlamentar pode sugerir opinião desde que tenha ética, informações sobre as ciências como a Psicologia, Filosofia, Social.”O homem é a medida…” -Protágoras.Não o sobrenatural, o ateu, o científico unilateral em detrimento do que é consensual e universal.O natural não pode ser visto pelo prisma do sobrenatural-religioso excessivo.O natural não pode ser visto pelo unilateral-ateu excessivo ou religioso excessivo.No livro “Dos Delitos e das Penas” o autor Cezare Beccaria expõe o Direito humanista com características que favorecem o que é público. Infelizmente um parlamentar, no exercício do seu mandato no expediente do seu trabalho não vai contribuir naquilo que é público usando sua crença e deixando os argumentos científicos.A atitude de colocar uma cruz em qualquer plenário, sala, nave, salão, etc., é totalmente errado sob a ótica da ética pública e principalmente racional e humana, pois como pode alguém falar do que é público, mediar assuntos ao público e colocar o que é privativo e de máxima manifestação do seu interior, para se comunicar com o Brasil, com as pessoas que não são cristãs? É imprescindível que nossos parlamentares falem para todos e não exponham uma comunicação restrita e específica como se houvesse apenas um grupo representado por uma cruz pendurada no alto da parede dando a entender que o Brasil é totalmente cristão, ainda que haja um grupo majoritário no Brasil de cristãos-é totalmente ofensivo e violento colocar uma cruz-para o brasileiro budista, Islão, judeu, assembleiano, batista, ateu, etc. -(com todo respeito a santa cruz símbolo maior para todos os cristãos brasileiros que buscam a verdade e tantas outras virtudes).Vossas Excelências parlamentares que lêem.Em nome da pluralidade, retire este símbolo em formato de cruz do local público, do local institucionalmente de caráter público, porque é uma violência.É necessário criarmos unanimidade, coerência, pluralidade e ciência pública.Obrigado, boa navegação.

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