Presidente do PSC acusa Pastor Everaldo de fazer ‘caixinha’ com funcionários

Vitor Nósseis diz que pastor e dirigentes do partido praticam irregularidades e pede bloqueio do fundo partidário

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Ricardo Della Coletta, na Época

Sob ameaça de ser apeado do cargo, o presidente do PSC, Vitor Nósseis, chega nesta sexta-feira (16) à convenção nacional do partido atirando contra o ex-candidato à presidência Pastor Everaldo, que quer substituí-lo no comando da legenda.

Nósseis encaminhou nesta semana ofícios ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Banco do Brasil e à Polícia Federal acusando Everaldo e o secretário-geral do partido, Antônio Oliboni, de diversas irregularidades, entre elas a prática de “caixinha”. À PF, Nósseis afirma que os dois obrigam funcionários a devolver ao partido e a deputados parte dos seus salários. “A prática consiste em contratar funcionários mediante pagamento de salário e ao final do mês os funcionários têm o dever de devolver ao partido ou ao deputado a que este suposto funcionário encontrara (sic) lotado, valores que variam de 50% a 80% do valor do salário”, escreve Nósseis.

Ao BB e ao TSE, Nósseis alega Oliboni “apropriou-se de maneira indevida” de um talão de cheque do PSC e pede o bloqueio do fundo partidário e de todas as contas correntes e poupanças do partido.

Procurado pela EXPRESSO, o Pastor Everaldo disse não ter sido comunicado sobre as acusações de Nósseis: “na hora em que eu souber disso, vou fazer igual ao doutor Oliboni fez ao ser acusado. Ele registrou queixa de calúnia. O Nósseis só fala mentira”.

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