Igreja e Forças Armadas são as instituições com maior confiança dos brasileiros, diz CNT/MDA

Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 29/07/2008. Depois de quatro anos proibido de entrar em presídios no Rio por suspeita de ligação com o Comando Vermelho, o pastor Marcos Pereira da Silva, da igreja evangélica Assembleia de Deus dos Últimos Dias, realizou nesta tarde o primeiro culto no Presídio Muniz Sodré, no Complexo Penitenciário do Bangu. Ele foi gravar uma participação no programa Conexões Urbanas, da Ong Afro Reggae, que estreia em outubro no Multishow.  Diante de cerca de mil presos, ele pregou, fez descarregos e converteu gente. A celebração demorou quatro horas. O pastor, que já ajudou a encerrar rebeliões, negocia a sua ida em todas as 25 unidades do Complexo, incluindo Bangu 8, onde está preso Cacciola. - Crédito:WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO/AE/Código imagem:141958

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Publicado no Brasil Post

A pesquisa da Confederação Nacional de Transporte (CNT), em parceria com o instituto MDA, divulgada na manhã desta terça-feira (21), mostrou não só o pensamento do brasileiro sobre o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e a crise econômica, mas também apontou quais são as instituições nas quais a população mais confia.

Com 53,5%, a Igreja é a instituição mais confiável do Brasil, seguida pelas Forças Armadas (15,5%) e pela Justiça (10,1%). Já a polícia conta com a confiança de apenas 5% dos entrevistados.

Das favoritas da população, a Igreja tem sempre a confiança de 43% (11,7% disseram não confiar nunca). O dado é mais equilibrado no que diz respeito às Forças Armadas (19,2% confiam sempre e 17,2% não confiam nunca), mas desigual quando envolve a Justiça (10,5% confiam sempre e 24,8% não confiam nunca).

Na parte de baixo da preferência, as instituições menos confiáveis são os partidos políticos (0,1%), seguida do Congresso Nacional (0,8%), governo (1,1%) e pela imprensa (4,8%). A rejeição aos partidos é a maior de todas – 73,4% disseram não confiar nunca, dado que no caso do Legislativo federal alcança 51,6%.

Maioridade penal

Dos entrevistados pela pesquisa, 70,1% são a favor da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos para qualquer tipo de crime, enquanto 18% são a favor somente para crimes mais graves, como homicídio ou latrocínio (roubo seguido de morte). Já 10,2% são contrários à medida.

Apesar da grande maioria ser favorável à redução da maioridade penal, apenas 34,9% vê a alteração como a mais adequada para reduzir a violência no País. O investimento na educação de crianças e adolescentes é vista como a melhor medida contra a violência para 68,3% dos entrevistados, enquanto policiamento (36,8%), maior investigação e prisões (26,4%) e mais presídios (10,6%) também foram mencionados.

O levantamento ouviu 2.002 pessoas entre os dias 12 e 16 de julho, em 137 municípios de 25 Estados. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

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